
Arboleda, zagueiro do São Paulo
Rubens Chiri / São Paulo FC
Resumo
O Internacional descartou a contratação de Arboleda após monitorar a situação do zagueiro do São Paulo. O clube gaúcho recuou diante dos problemas extracampo e da indefinição sobre o futuro do jogador.
O defensor não responde ao São Paulo desde o último sábado (4), quando não compareceu ao jogo contra o Cruzeiro. O clube notificou o atleta e estabeleceu um prazo de dez dias, enquanto avalia uma possível rescisão unilateral.
Internamente, o caso é tratado como quebra de compromisso. O histórico recente de atrasos e ausências também pesou, levando o Internacional a desistir de qualquer investida.
O Internacional descartou a contratação do zagueiro Arboleda, do São Paulo. O clube gaúcho chegou a monitorar a situação do defensor, mas optou por não avançar após avaliar o cenário extracampo envolvendo o jogador.
A informação foi divulgada pelo jornalista Leonardo Moll, da Band. Segundo a apuração, o Internacional considerou que o momento vivido por Arboleda, marcado por episódios recentes fora das quatro linhas, inviabiliza qualquer investida no mercado neste momento.
Extracampo pesa na decisão
O recuo do clube gaúcho está diretamente ligado à situação delicada do zagueiro no São Paulo. O Tricolor iniciou um processo que pode culminar na rescisão unilateral do contrato do jogador, válido até o fim de 2027.
Arboleda não respondeu a uma notificação oficial enviada pelo clube na segunda-feira (6), que exigia um posicionamento em até 24 horas. Sem retorno, a diretoria ampliou o prazo para dez dias e passou a documentar todas as tentativas de contato.
Internamente, o entendimento é de que uma eventual rescisão exige cautela jurídica. Por isso, o São Paulo opta por seguir todos os trâmites legais antes de tomar uma decisão definitiva.
São Paulo vê quebra de compromisso
O episódio mais recente ocorreu no último sábado (4), quando Arboleda não compareceu à partida contra o Cruzeiro, mesmo estando relacionado. Desde então, o jogador não deu retorno ao clube, o que foi interpretado como quebra grave de compromisso.
O diretor de futebol Rui Costa comentou o caso e criticou a postura do defensor.
"Não existe nenhuma justificativa para este ato. É uma falta de respeito com o grupo, com a direção e com a torcida", afirmou.
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