Jogo Aberto

Al Hilal confirma demissão de Jorge Jesus, que é opção para comandar a Seleção Brasileira

Português está livre e pode ser contratado pela CBF

Por Redação
REDAÇÃO

02/05/2025 • 19:45 • Atualizado em 02/05/2025 • 19:45

Jorge Jesus, ex-técnico do Al Hilal

Jorge Jesus, ex-técnico do Al Hilal

Divulgação / Al Hilal

O português Jorge Jesus foi demitido do Al-Hilal, da Arábia Saudita. Ele caiu após o time ser eliminado na semifinal da Liga dos Campeões da Ásia. O treinador tem sido especulado para comandar a Seleção Brasileira

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A notícia da demissão de Jorge Jesus já tinha sido divulgada pela imprensa mundial. Mas agora o clube divulgou uma nota oficial para confirmar a informação. E disse que houve um acordo entre os dois lados para encerrar o contrato.

Sobre a Seleção, Jorge é uma opção pelo sucesso que teve com o Flamengo. Mas pesa contra ele a relação com Neymar. Após o craque deixar o Al-Hilal, em janeiro, seis meses antes do fim do contrato, o treinador afirmou que o atacante não teria condições físicas de acompanhar o ritmo da equipe.

Jorge Jesus foi contratado pelo Al-Hilal em julho de 2023 e conquistou três títulos, incluindo o Campeonato Saudita. A Liga dos Campeões da Ásia era a obsessão do clube na temporada. O português comandou o time árabe entre 2018 e 2019, antes de assinar com o Flamengo, clube pelo qual foi campeão do Brasileirão e Copa Libertadores.

A CBF ainda sonha em contratar Carlo Ancelotti. Recentemente, o treinador do Real Madrid informou a dois emissários da entidade que não poderia assinar nenhum contrato sem resolver a sua situação no clube espanhol. Ele deve deixar o comando da equipe ao fim da temporada europeia, em junho, abrindo caminho para um acerto para treinar o combinado nacional.

Caso a CBF opte por Jorge Jesus, o português estaria apto para estar à frente da convocação para os próximos jogos das Eliminatórias da Copa do Mundo, contra Equador e Paraguai. A entidade precisa entregar à Fifa a pré-lista de selecionáveis até 18 de maio, e fechar os convocados até 26. Se Ancelotti for o escolhido, o coordenador Rodrigo Caetano e o gerente técnico Juan devem ficar encarregados da tarefa.