Resumo
Decisão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) de aplicar apenas uma multa ao atacante Bruno Henrique, do Flamengo, gerou críticas intensas dos comentaristas Ronaldo Giovaneli, Edu Dracena e Cicinho durante o programa Jogo Aberto, que consideraram a medida insuficiente e questionaram sua eficácia.
Opinião de Ronaldo Giovaneli destacou frustração com o tratamento diferenciado em relação a outros casos, como o de Alef Manga, e apontou problemas estruturais no sistema de justiça desportiva brasileiro, afirmando que a situação do futebol nacional vai além das falhas de arbitragem.
Argumentação de Edu Dracena e Cicinho classificou a decisão como "vergonhosa" e "lamentável", sugerindo que o STJD perdeu a chance de combater manipulação e apostas, e alegando que a participação de um clube grande influenciou o resultado, comprometendo a credibilidade das instituições esportivas.
No Jogo Aberto desta sexta-feira (14), os comentaristas Ronaldo Giovaneli, Edu Dracena e Cicinho criticaram veementemente a decisão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) de aplicar apenas uma multa ao atacante Bruno Henrique, do Flamengo, liberando-o para jogar.
Ronaldo Giovaneli expressou sua frustração de forma irônica, mencionando que "tem que ter advogado bom" e se sentindo um "bobão" após o veredito. Ele contrastou o caso com o de Alef Manga, sugerindo um tratamento desigual pela justiça. Ronaldo lamentou o estado do futebol brasileiro, afirmando que o problema vai além da arbitragem, chegando a um sistema que ele considera "pior ainda".
Edu Dracena classificou a decisão como "vergonhosa" e "lamentável". Para ele, o STJD perdeu a oportunidade de "colocar um ponto final" na questão de manipulação e apostas. Dracena argumentou que, em vez de estabelecer um precedente, a decisão "escancarou" as portas, sugerindo que o resultado poderia ter sido diferente se não envolvesse um clube grande como o Flamengo.
Cicinho também usou o termo "vergonhoso" e ressaltou que, por o Flamengo ter um "boom maior", o clube deveria ter sido usado como exemplo de punição para coibir práticas erradas. Ele afirmou que o programa não pode "passar pano" para tal situação e concluiu que, neste caso, a justiça "não cumpriu com a justiça".
Os três comentaristas compartilharam um sentimento de decepção e injustiça, questionando a credibilidade das instituições que regem o futebol no país.
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