Jogo Aberto

Entenda o que Ancelotti procura ao escalar Brasil com 4 atacantes de novo

Estêvão, Rodrygo, Matheus Cunha e Vini Jr. começarão juntos no amistoso desta sexta (10)

Allan Brito
ALLAN BRITO

09/10/2025 • 18:02 • Atualizado em 09/10/2025 • 18:02

Ancelotti escalou 4 atacantes nas vitórias contra Paraguai e Chile

Ancelotti escalou 4 atacantes nas vitórias contra Paraguai e Chile

@rafaelribeirorio / CBF

O técnico Carlo Ancelotti vai escalar a Seleção Brasileira com 4 atacantes no jogo contra a Coreia do Sul, nesta sexta-feira (10). É a terceira vez que ele usará essa formação, o que mostra um padrão do italiano nas Datas Fifas.

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Ancelotti escalou 4 atacantes nos jogos em que a Seleção era mais favorita. Ou seja, quando o Brasil enfrentou equipes de menor nível técnico, que podiam ficar recuadas demais, ele tentou ser mais ofensivo desde o início. E saiu com vitórias nos dois casos.

Na primeira Data Fifa, ele tinha um jogo contra o Equador fora de casa e outro contra o Paraguai em casa. Então usou a partida contra os paraguaios para testar o esquema com 4 atacantes: Raphinha, Vini Jr., Matheus Cunha e Martinelli começaram juntos. Não foi um jogo fácil, mas o Brasil venceu por 1 a 0.

Na segunda Data Fifa, o Brasil enfrentou o eliminado Chile em casa e depois jogou na altitude contra a Bolívia. Então Ancelotti escolheu testar o ataque com 4 atacantes diante dos chilenos: Raphinha, Estevão, João Pedro e Martinelli começaram juntos. O Brasil venceu por 3 a 0.

Nas outras partidas, contra Equador e Bolívia, Ancelotti escalou 3 jogadores no meio-campo.

Na Data Fifa atual, Ancelotti confirmou que escalará 4 atacantes diante dos sul-coreanos: Estevão, Rodrygo, Matheus Cunha e Vini Jr. começarão juntos.

Portanto, é provável que Ancelotti use o jogo contra o Japão para testar a formação com 3 meio-campistas - provavelmente com Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá, que já foram titulares em duelos anteriores.

Em entrevista coletiva antes do jogo contra a Coreia do Sul, ele tentou despistar, dizendo que o número de atacantes não importa.

Mas deixou escapar que a escalação do jogo contra Coreia do Sul tem inspiração nas vitórias anteriores: “Penso que a escalação passa por aí, pelo jogo contra o Paraguai. E passa pelo último jogo contra o Chile, onde a equipe criou e jogou bem”.