O clima foi de indignação no Jogo Aberto desta sexta-feira (11) diante das novas denúncias envolvendo dirigentes do Corinthians.
O Ministério Público de São Paulo denunciou o presidente afastado Augusto Melo e outros cinco envolvidos por lavagem de dinheiro, furto e associação criminosa, exigindo uma indenização de R$ 40 milhões ao clube. Em paralelo, veio à tona o uso indevido do cartão corporativo por Andrés Sanchez, ex-presidente, com gastos em viagens de luxo. O Jogo Aberto foi unânime: o clube precisa de uma limpeza completa.
O tom mais incisivo veio de João Paulo Cappellanes, que desafiou publicamente Andrés a divulgar todas as faturas antigas do cartão corporativo:
Faça um favor ao Corinthians. Abra aí a fatura. Não só a que descobriram agora. Abra todas, publicamente. E aparece. Tenha coragem de falar com a imprensa, já que ontem pipocou e não quis entrar ao vivo na Rádio Bandeirantes.
O comentarista ainda ironizou a justificativa dada por Andrés, que alegou ter confundido o cartão do clube com o seu, por terem a mesma bandeira. “No Réveillon, ele bebeu um pouco e não lembrou. Essa foi a desculpa. Isso é uma vergonha”, disparou.
Ronaldo Giovaneli também se posicionou com veemência:
Não basta tirar Augusto Melo. Tem que limpar tudo. Cadê o Conselho de Ética? Cadê o Tuma? E se o presidente do Conselho é o Duílio, então joga a chave fora.
Chico Garcia lembrou que os desvios já vinham de gestões anteriores, e que os conselhos internos falharam: “O Conselho do Corinthians acordou do coma agora. Mas e antes? Onde estavam quando tudo isso acontecia?”
Na visão de Marco Aurélio Cunha, enquanto os clubes forem geridos com base em títulos e não em transparência, casos como esse continuarão: “Títulos mascaram tudo. Quando o time ganha, ninguém fiscaliza nada. Só quando vem o escândalo é que tudo aparece”.
Texto gerado por inteligência artificial e revisado pela redação de Band.com.br.
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