
Cenário de guerra no Estádio Libertadores de América
Reprodução / Polícia Provincial de Buenos Aires
Resumo
Confronto entre torcedores do Independiente e da Universidad de Chile resulta em suspensão de jogo, feridos e mais de 300 detidos. A violência ocorreu no Estádio Libertadores de América, levando a Conmebol a cancelar o jogo e encaminhar o caso para seu Comitê Disciplinar.
Comentários de indignação marcaram o programa Jogo Aberto, com destaque para Renata Fan que descreveu a situação como "selvageria" e cobrou maior firmeza da Conmebol. Outros comentaristas como Ronaldo Giovaneli e Edu Dracena também expressaram revolta, destacando a necessidade de punições severas e o uso de tecnologia para identificar os culpados.
Impacto emocional da violência é ressaltado por Cicinho, que menciona os danos irreparáveis para famílias e torcedores. A bancada do programa reiterou que tais atos de violência no futebol não podem ser normalizados e exigiu ações concretas da Conmebol para responsabilizar os envolvidos.
A confusão entre torcedores de Independiente e Universidad de Chile, que terminou com a suspensão do jogo de ida pelas oitavas de final da Copa Sul-Americana, repercutiu no Jogo Aberto desta quinta-feira (21). A bancada condenou de forma unânime a violência registrada no Estádio Libertadores de América, em Avellaneda, que resultou em prisões, feridos e cenas de caos.
Segundo relatos da imprensa argentina, torcedores chilenos invadiram o setor rival, roubaram faixas, atearam fogo em objetos e foram revidados pela torcida do Independiente, provocando uma briga generalizada. O confronto deixou dezenas de feridos e mais de 300 detidos. A Conmebol decidiu cancelar a partida e encaminhar o caso ao seu Comitê Disciplinar.
"Selvageria é a palavra adequada", disse Renata Fan
Renata Fan se mostrou emocionada e indignada ao comentar o episódio. "Selvageria é a palavra adequada. É um estádio de futebol, uma decisão de mata-mata de uma competição importante. Esses caras vão para praticar violência, não estão nem aí. Tem câmera, tem polícia, tem famílias e eles não querem nem saber. Isso tem que ser punido, apurado. Eu choro é por isso. Porque isso aí é ser humano que não condiz com ser humano", afirmou.
A colorada ainda cobrou mais firmeza da Conmebol: "Isso não existe e a entidade sabe que é possível. Hoje mesmo o Galo joga na Argentina, tem que cuidar. Eu estou cansada de ver esse tipo de coisa e me impressiono com a audácia das pessoas que lá estão."
Ronaldo defende punição exemplar
Ronaldo Giovaneli ressaltou que a tecnologia precisa ser usada para responsabilizar os envolvidos. "Tem imagem, tem câmera. Esse menino com a madeira na mão tinha que ser o primeiro a estar enjaulado. Temos tecnologia que ajuda nisso. Coloca a punição em cima do clube, para que vá até sua torcida e dê nomes. Se não, essa turma nunca é eliminada", disse.
Edu Dracena: "É revoltante"
Edu Dracena lamentou a cena de violência e lembrou que o futebol já convive há muito tempo com episódios similares. "É triste, Renata. A gente acaba normalizando essas cenas. Torcedor invadindo CT, querendo brigar com jogador. É lamentável ver isso, é revoltante. Principalmente tanto de torcedor batendo em poucas pessoas. Muito triste, não tem palavras para expressar o sentimento."
Cicinho fala em danos irreparáveis
Cicinho destacou que a violência deixa marcas que vão além da suspensão da partida. "O difícil é você reparar o dano causado por essas cenas transmitidas. Imagine os familiares, até mesmo torcedores que assistiram e ficaram traumatizados. Para quem ama o futebol, é lamentável ver cenas assim. O clube pode até ser punido, eliminado, mas e os danos causados às famílias que só foram assistir ao jogo?"
A bancada do Jogo Aberto deixou claro que a violência não pode ser relativizada e cobrou medidas duras da Conmebol para punir os responsáveis.
Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.
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