O Palmeiras prepara um ofício à comissão de arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para formalizar sua insatisfação após o clássico contra o Santos, quando a equipe foi derrotada por 1 a 0, na Vila Belmiro. A diretoria alviverde se queixa da não marcação de uma penalidade.
Além disso, também foram registradas insatisfações com relação à falta de segurança para o banco de reservas do time durante o jogo realizado no último sábado (15).

A polêmica do pênalti
O principal lance reclamado pelo clube ocorreu quando o placar ainda estava 0 a 0. Segundo o Palmeiras, houve pênalti não assinalado pelo árbitro Raphael Claus e pelo VAR, comandado por Rodrigo Guarizo do Amaral.
No lance em questão, após um cruzamento, Souza, do Santos, chega por trás e atinge Maurício, do Palmeiras, sem tocar na bola. O clube entende que a falta impediu uma chance clara de gol e está "indignado" com a decisão da arbitragem.
Ameaças e confusão no intervalo
Além da questão técnica, o Palmeiras relatou um ambiente hostil fora do comum na Vila Belmiro. O segundo tempo demorou mais de 20 minutos para recomeçar devido a uma confusão próxima ao banco de reservas.
De acordo com os relatos:
- Membros de torcidas organizadas do Santos ocuparam um camarote situado exatamente ao lado do banco do Palmeiras.
- Durante o aquecimento dos reservas no intervalo, ocorreram xingamentos e ameaças diretas aos atletas e comissão técnica.
- A situação escalou a ponto de a Polícia Militar intervir, resultando em confronto e uso de cacetetes para controlar o tumulto.
Segundo informação de bastidores, o Palmeiras reforçou que, historicamente, sempre foi bem recebido na Vila Belmiro, mas a diretoria ficou incomodada com a falta de segurança e promete ir "até o fim" nas reclamações sobre a arbitragem e os incidentes.
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