Jogo Aberto

Ronaldo Giovaneli denuncia “armação” na crise do Corinthians e pede ação do MP

Ex-goleiro criticou a gestão de Duílio e cobrou investigação diante da crise política e financeira do clube

Da redação
DA REDAÇÃO

24/09/2025 • 13:00 • Atualizado em 24/09/2025 • 13:00

O Corinthians foi condenado pela Corte Arbitral do Esporte (CAS) a pagar cerca de R$ 40 milhões ao meia paraguaio Matías Rojas. A decisão amplia o passivo do clube, que já cumpre um transfer ban por dívidas com o Santos Laguna, e pode elevar o montante total a ser quitado para quase R$ 80 milhões. O tema foi debatido no Jogo Aberto desta quarta-feira (24), quando Ronaldo Giovaneli fez duras críticas às gestões passadas e alertou para manobras políticas nos bastidores.

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Crítica direta a Duílio

Durante o programa, Giovanelli foi enfático ao responsabilizar o ex-presidente Duílio Monteiro Alves pelo atual cenário. O ex-goleiro afirmou que chegou a acreditar na antiga gestão, mas se sentiu enganado ao ver familiares do dirigente em cargos de administração.“Ele enganou muita gente, eu mesmo fui um desses. Quando vi familiares dele em cargos de administração, percebi que era mentira. Agora está tudo aparecendo, e quem paga é o clube”, disparou o comentarista.

Na avaliação de Ronaldo, a condução financeira de Duílio deixou dívidas que hoje sufocam o Corinthians e dificultam qualquer reorganização. O caso Rojas é um exemplo: o clube descumpriu acordos e agora precisa desembolsar uma quantia milionária, além de lidar com outras ações em andamento, como as relacionadas a Félix Torres e Rodrigo Garro.

Suspeita de “armação” contra Stabile

Giovanelli também direcionou críticas a articulações políticas atuais, apontando que houve tentativa de fragilizar o presidente Osmar Stabile em uma reunião com representantes da Caixa Econômica Federal. “Estão armando uma casinha para o presidente. Isso é armação, e o torcedor tem que saber a verdade. O Ministério Público tem que ser acionado para afastar de vez esses caras”, disse.

Para o ex-goleiro, a disputa de poder interna mina as chances de recuperação do Corinthians e coloca em risco a estabilidade necessária para enfrentar as punições impostas pela Fifa e pela CAS. Ele reforçou que somente com investigação e transparência o clube poderá retomar o rumo e voltar a planejar o futuro dentro de campo.

Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.