Ronaldo Giovaneli desabafou nesta quinta-feira (6) após a derrota do Corinthians na véspera por 3 a 0 para o Barcelona (Equador), fora de casa, pela terceira fase da pré-Libertadores de 2025.
Para o comentarista, o principal problema foi a atuação dos três zagueiros – Félix Torres, Gustavo Henrique e João Pedro Tchoca – que começaram a partida.
“Ontem o Corinthians foi amassado, com três zagueiros ruins. Aí, no segundo tempo, entrou o (André) Ramalho – outro zagueiro ruim, numa fase horrível. Não sei se é fase dele, do Félix. Não sei se é fase. O único que se salvou ontem (...) foi o Alex Santana até os 30 do primeiro tempo. O único que correu, tentou marcar, fazer alguma coisa diferente. Aí, três zagueiros, os três erram”, avaliou, em análise no Jogo Aberto.
Apesar das críticas ao setor defensivo, o ex-goleiro não poupou também os jogadores do setor ofensivo. A expectativa é por uma reviravolta na partida de volta, na próxima quarta-feira (12), em São Paulo.
“Garro não jogou, Memphis não jogou, Yuri (Alberto) não jogou. A não ser que eles estejam guardando alguma coisa para a gente aqui, alguma surpresa. É o que eu espero”, disse o comentarista, rebatendo as provocações dos adversários.
“Já estou me irritando antes das 12h. Eu não vou conseguir chegar até o final do programa deste jeito. Ontem, eu já passei esse apuro e o pessoal me mandando mensagem. Mas vocês me aguardem. Pau que dá em Chico dá em Francisco.”
Antes do jogo de volta, o Corinthians ainda tem um jogo importante: neste domingo (9), o time recebe o Santos pelas semifinais do Campeonato Paulista. Para Ronaldo, é preciso entrar em campo com atenção, e sem a apatia demonstrada em Guayaquil.
“Tem o Santos ainda. Se entrar dessa forma contra o Santos, o Neymar vai fazer 15 gols em vocês, nessa nhaca que vocês estão.” Assista ao vídeo abaixo.
Estilo
Um detalhe que chamou a atenção na partida foi o visual do técnico do Barcelona, Segundo Castillo, que foi a campo vestindo smoking, com casaca branco e gravata borboleta preta – uma combinação aprovada por Ronaldo Giovaneli, que viu compromisso do técnico equatoriano com a importância do jogo.
“Ele respeita os 90 minutos”, afirmou o comentarista. “Ele não está pensando em outro jogo, outra competição. E o profissional tem que saber isso aí: são 90 minutos sagrados. Não é entrar em campo já pensando em outra partida, no que vai ser, ‘o resultado já é meu’. Você tem que entregar. E o treinador demonstrou.”
Newsletter Esportes
Inscreva-se na nossa newsletter e receba as notícias mais importantes do dia direto no seu e-mail.
Selecione os seus temas favoritos:

