
Paquetá
Reprodução/West Ham
O diretor executivo de futebol do Flamengo, José Boto, afirmou que teve avanços na tentativa de repatriar o meia Lucas Paquetá, de 28 anos. Mas classificou a negociação com o West Ham como “uma operação muito difícil”, antes da vitória contra o Vasco, nesta quarta (22).
“Tivemos avanços significativos, mas é uma operação muito difícil. São valores altos e um jogador de um patamar muito grande. Queríamos o Paquetá já aqui e estamos trabalhando muito para que ele venha”, disse Boto ao ge.
O Flamengo está disposto a apresentar uma proposta em torno de 30 milhões de euros, o equivalente a cerca de R$ 187,3 milhões na cotação atual, para contar com o meia. A diretoria, porém, não pretende desembolsar todo o montante à vista e busca estruturar o negócio com pagamento parcelado ao West Ham.
De acordo com Boto, esse modelo é prática comum no mercado internacional e não se resume a clubes brasileiros. “Não é exclusivo de um clube brasileiro pagar parcelado. Todos os clubes do mundo pagam parcelado. O principal entrave é financeiro. Estamos falando de verbas altas, que já baixamos significativamente. Mas tem a forma de pagamento... uma série de situações. É um jogador que está no topo e não é fácil. Mas sou um otimista por natureza”, completou.
Segundo o jornal britânico The Telegraph, uma das condições colocadas pelo West Ham para liberar Paquetá seria a permanência do jogador até o fim da atual temporada europeia. No momento, a equipe londrina ocupa a 18ª colocação da Premier League, com 17 pontos, e luta contra o rebaixamento à segunda divisão inglesa.
Boto não detalhou se o clube carioca aceita discutir um modelo em que Paquetá chegue somente no meio do ano, mas reforçou que a diretoria segue trabalhando para superar os obstáculos.
Com Estadão Conteúdo
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