Esporte na Band

Leila ironiza Bap por shows no Maracanã: "Flamengo quer largar o futebol?"

Presidente do Palmeiras alimentou mais um capítulo das rusgas entre os clubes

Da redação
DA REDAÇÃO

01/05/2026 • 10:20 • Atualizado em 01/05/2026 • 10:30

Leila Pereira, presidente do Palmeiras

Leila Pereira, presidente do Palmeiras

Cesar Greco/Palmeiras

A rivalidade entre Palmeiras e Flamengo ganhou um novo e ácido capítulo nos bastidores. A presidente do Verdão, Leila Pereira, não deixou barato as críticas recentes de Luiz Eduardo Baptista, o Bap, mandatário rubro-negro, sobre o uso de gramados sintéticos no futebol brasileiro.

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Em entrevista inédita ao podcast da TV Palmeiras, Leila ironizou o fato de o Maracanã — gerido por Flamengo e Fluminense — estar abrindo espaço para grandes eventos musicais.

O contra-ataque de Leila:

Ao comentar a notícia de que o Flamengo fechou parcerias para realizar shows no Maracanã, Leila questionou as prioridades da diretoria carioca:

"Vi na imprensa que fecharam com uma empresa para shows no Maracanã. Poxa, será que o Flamengo está querendo largar o futebol e vai virar casa de espetáculo?", disparou a presidente alviverde.

Leila ainda aproveitou para "cutucar" Bap sobre as condições do campo: "Oriento ele a botar gramado sintético. Até indico o nosso, que é espetacular. Ele vai gostar, tenho certeza".

A provocação de Bap: "Campo de plástico"

A fala de Leila foi uma resposta direta às declarações de Bap na última semana. O presidente do Flamengo defendeu que o Brasil deveria banir o sintético, associando o piso apenas a países com climas extremos.

"Gente, o campo de plástico é para manter o futebol vivo em países que passam 9 meses debaixo de gelo. Quem quer ganhar dinheiro com show tem que mudar de segmento. Quem quer o futebol forte deveria defender a grama natural", afirmou Bap, citando a arena palmeirense como exemplo de foco em eventos.

O mandatário rubro-negro foi além, pedindo intervenção da CBF: "Ou você tem uma liga de primeiro mundo com campos de grama, ou não vai ter. A gente fica tentando criar penduricalhos".

Com Agência Estado