
Leila Pereira, presidente do Palmeiras
Cesar Greco / Palmeiras
Leila Pereira não irá ao Maracanã, neste domingo (19), para acompanhar o clássico entre Flamengo e Palmeiras, pela 29ª rodada da Série A do Brasileirão. A presidente alviverde alegou a pessoas próximas que não tem “clima” para ir ao estádio, após as polêmicas envolvendo o rival. Há o receio de um ambiente hostil.
Nas últimas semanas, Leila Pereira viralizou ao criticar a postura do Flamengo, que resolveu entrar na Justiça para congelar a verba da Liga do Futebol Brasileiro (Libra). A gestora usou o termo “terraflanismo” para criticar o rival.
Já na última quarta-feira (15), o presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista (Bap), rebateu a mandatária alviverde e também criticou a gestão da Libra. “É palmeirense”, afirmou.
Leila já passou por situação delicada no Maracanã
No último duelo entre as equipes no Maracanã, Cláudio Castro (PL), governador do Rio, impediu a presidente palmeirense de passar em frente ao seu camarote, o que fez com que ela tivesse de deixar o estádio e atravessar o setor destinado aos torcedores do Flamengo até chegar ao local reservado para a delegação alviverde. A informação foi dada primeiramente pela ESPN e confirmada pelo Estadão.
Entenda o impasse entre Flamengo e Libra
A Libra é um grupo de clubes criado para vender os direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro. O bloco tem Palmeiras, Bragantino, São Paulo, Santos, Atlético-MG, Bahia, Grêmio, Vitória, Remo, Paysandu, Volta Redonda, ABC, Guarani, Sampaio Corrêa, Brusque e o Flamengo.
O Rubro-Negro gerou revolta nas outras equipes ao conseguir bloquear, em liminar expedida pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, uma parcela da venda dos direitos de transmissão da TV. O valor é de R$ 77 milhões.
O Flamengo não concorda com os critérios para a distribuição do dinheiro e trocou acusações com a Libra por meio de notas oficiais. A entidade, até aqui, recorreu da decisão do congelamento do repasse da verba de TV.
Com informações da Agência Estado

