
Casey Wasserman, presidente do comitê organizador dos Jogos Olímpicos de 2028
REUTERS/Guglielmo Mangiapane
A prefeita de Los Angeles, Karen Bass, solicitou publicamente a renúncia de Casey Wasserman, presidente do comitê organizador dos Jogos Olímpicos de 2028. O pedido ocorre após a divulgação de documentos que vinculam o executivo aos arquivos de Jeffrey Epstein.
"É lamentável que o comitê apoie Wasserman. Na minha opinião, ele deveria renunciar", afirmou a prefeita em entrevista à CNN na última segunda-feira (16).
Entenda o envolvimento de Casey Wasserman
A pressão sobre o dirigente aumentou após a revelação de trocas de mensagens de teor sexual entre ele e Ghislaine Maxwell, condenada por tráfico sexual infantil.
Além disso, documentos apontam que Wasserman viajou no jato particular de Epstein em 2003, acompanhado de figuras como o ex-presidente Bill Clinton e o ator Kevin Spacey.
Venda de empresa: Diante do escândalo, Wasserman decidiu vender a Wasserman Group, agência que gerencia astros como Ed Sheeran e Pharrell Williams.
Posicionamento: Em comunicado, o executivo lamentou o "desconforto causado por erros do passado", mas ressaltou que as conversas ocorreram há mais de duas décadas, antes dos crimes de Epstein virem à tona.
Até o momento, não existem provas de que Casey Wasserman tenha cometido atos criminosos. Contudo, a crise de imagem gera instabilidade na organização dos Jogos de Los Angeles, restando pouco mais de dois anos para o evento. O comitê executivo da LA28, por enquanto, mantém o apoio ao presidente.
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