Os times dos integrantes dos Mamonas Assassinas fazem parte das curiosidades que cercam a trajetória da banda que marcou os anos 90. Neste 2 de março de 2026, a tragédia que matou os cinco integrantes completa 30 anos e reacende a memória sobre a história do grupo formado em Guarulhos, na Grande São Paulo.
Fenômeno musical em 1995 e 1996, o quinteto também carregava uma paixão comum entre milhões de brasileiros: o futebol. Cada integrante tinha seu clube do coração, refletindo a divisão tradicional da capital paulista.

Mamonas Assassinas I Foto: Reprodução
Para quais times torciam os Mamonas Assassinas?
- Bento Hinoto torcia para o Palmeiras
- Dinho era torcedor do Corinthians
- Júlio Rasec, Sérgio Reolli e Samuel Reolli torciam para o São Paulo
Além disso, Júlio Rasec e Dinho também simpatizavam com a Portuguesa. Registros da época mostram os músicos vestindo a camisa da Lusa, que vivia fase competitiva e chegaria ao vice-campeonato brasileiro em 1996.
30 anos da tragédia dos Mamonas Assassinas
O acidente que vitimou os integrantes dos Mamonas Assassinas ocorreu na noite de 2 de março de 1996. O Learjet 25D que transportava a banda de Brasília para Guarulhos se chocou contra a Serra da Cantareira durante tentativa de aproximação para pouso.
Neste 2 de março de 2026, a tragédia completa 30 anos. Segundo o Cenipa, fatores como jornada exaustiva da tripulação, falhas de comunicação e condições meteorológicas adversas contribuíram para o acidente.
Três décadas depois, os sucessos da banda seguem presentes na cultura brasileira.
A aposta dos Mamonas na Band que virou realidade
Em 1995, no auge do sucesso, a banda esteve nos estúdios da Band e protagonizou um momento curioso ao imitar uma transmissão da Rádio Bandeirantes e dar palpite sobre uma partida do Campeonato Brasileiro.
Na ocasião, ao citarem um confronto do Fluminense, Dinho afirmou que torceria pelo clube carioca e disse que “um empate fora de casa seria uma vitória”, indicando que o adversário seria o Palmeiras. E não é que acertaram? O jogo terminou 1 a 1, em 28 de outubro de 1995, resultado comemorado pelo Flu fora de casa — exatamente como os músicos haviam previsto nos estúdios da emissora.
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