Esporte na Band

Memphis e Hugo veem Corinthians ansioso 'no embalo' da torcida: "Fomos os nossos vilões"

Timão era amplo favorito, mas sofreu para vencer o Universidad Central, da Venezuela

Da redação
DA REDAÇÃO

26/02/2025 • 23:45 • Atualizado em 26/02/2025 • 23:45

Memphis Depay em Corinthians x Universidad Central

Memphis Depay em Corinthians x Universidad Central

REUTERS/Carla Carniel

Memphis Depay e Hugo Souza admitiram que o Corinthians esteve abaixo e ansioso na vitória por 3 a 2 sobre o Universidad Central, da Venezuela, nesta quarta-feira (26), pelo jogo de volta da segunda fase da Libertadores – o Timão avançou com o triunfo na Neo Química Arena.

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Na visão do atacante holandês, o Corinthians atuou 'no embalo da torcida' e, por isso, ficou desorganizado em campo. Memphis disse que o time tem muito trabalho a fazer, mesmo discurso do Hugo, que salvou o time com pelo menos duas grandes defesas. O goleiro ainda afirmou que o Alvinegro foi o seu próprio vilão no confronto mata-mata de Libertadores.

“Quando você marca no início, não pode ceder um gol tão rápido. Temos que ter mais foco. Fizemos o segundo e tomamos de novo. Temos que mudar isso, se não fica muito difícil. Temos que ser mais pacientes, não podemos jogar o jogo todo atacando, indo no embalo da torcida, dando espaço para os adversários. Temos que ser mais inteligentes, às vezes controlar mais. Os adversários vêm aqui e querem vencer. Temos muito trabalho a fazer”, afirmou Memphis Depay à Globo.

“A gente dificultou a nossa vida, muito por culpa nossa, muitos erros, muitas falhas, inclusive a minha [no segundo gol do Universidad], eu assumo. Nesta fase, nesta competição, a gente não pode errar. A gente precisa minimizar o ímpeto, a vontade é boa, mas, quando excede, a gente acaba pecando”, disse Hugo Souza à Globo.

“A gente tem que saber equilibrar as emoções, as vontades, colocar a bola no chão. Era um jogo que a gente precisava ter mais a bola, colocar eles para trás. Uma vitória com a cara do Corinthians, mas a gente vai trabalhar muito para que a gente não seja o nosso próprio vilão. Nós mesmos fomos os nossos vilões, nós precisamos melhorar, principalmente a parte mental”, acrescentou o goleiro.