
Estádio Giuseppe Meazza
REUTERS/Claudia Greco
Milan e Internazionale concluíram a compra do Estádio Giuseppe Meazza e da área do entorno, selando o destino da casa dos rivais por mais de 99 anos e palco das Copas do Mundo de 1934 e 1990.
O negócio bilionário, avaliado em € 197 milhões (cerca de R$ 1,2 bilhão) abre caminho para a demolição do estádio e a construção de uma nova arena em Milão, com capacidade para 71.500 pessoas.
Novo capítulo e crescimento sustentável
A compra, finalizada a tempo de evitar que a estrutura atingisse importância histórica (o que inviabilizaria a demolição), marca uma nova fase para os gigantes italianos.
“A construção do novo estádio e o projeto de regeneração urbana representam um novo capítulo para a cidade de Milão e para ambos os clubes. Este marco reflete a ambição compartilhada do Milan e da Inter por sucesso esportivo a longo prazo e investimentos que agreguem valor para apoiar o crescimento sustentável dos clubes”, diz o comunicados divulgado em conjunto pelos clubes.
Cronograma e Euro 2032
O atual estádio, o maior da Itália, não atende aos padrões modernos da UEFA para grandes eventos. O novo projeto visa corrigir essa deficiência.
- Olímpiadas 2026: O estádio sediará a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina, em fevereiro.
- Euro 2032: A meta é ter o novo estádio pronto para quando a Itália co-organizar a Eurocopa de 2032 com a Turquia.
Os clubes já possuem acordos com os escritórios de arquitetura Foster + Partners e Manica para o projeto, que cobrirá uma área de cerca de 281.000 m².
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