Oposição da Ponte pede intervenção da CBF e renúncia da diretoria
Denúncia registrada no Comitê de Ética acusa gestão temerária e reúne apoio de ídolos, conselheiros e torcedores

Flickr - A. A. Ponte Preta
A Ponte Preta recebeu uma denúncia no Comitê de Ética da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no último sábado (24), realizada pelo grupo de oposição da diretoria atual solicitando uma intervenção no clube. A iniciativa foi apresentada pelos movimentos Mãos Pontepretanas e Ponte Pode Mais.
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O documento acusa os atuais dirigentes de supostas irregularidades, infrações éticas e indícios de gestão temerária. De acordo com os organizadores, a iniciativa conta com o apoio de quase 50 pessoas, entre jogadores, ídolos do futebol, conselheiros e torcedores.
Defesa de renúncia
Em manifestação conjunta, os líderes dos movimentos, Ricardo José Silva e Eduardo Lacerda Fernandes, defenderam a renúncia imediata dos atuais dirigentes. De acordo com os representantes, a saída da diretoria é necessária para permitir uma transição administrativa e viabilizar soluções para os atrasos salariais, além do planejamento estratégico e a busca por investidores.
O advogado e ex-diretor da CBF André Megale assina a responsabilidade técnica pela peça. Ele afirmou que o texto reúne elementos que justificam a apuração das condutas e o pedido de intervenção por parte da entidade nacional.
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Cenário institucional
A ofensiva política ocorre em meio ao rebaixamento da Ponte Preta para a Série C e aos problemas financeiros acumulados em 2026.
O protocolo apresentado pela oposição não constitui prova de culpa nem representa uma decisão imediata da CBF, a quem caberá analisar o teor das alegações e deliberar sobre eventual abertura de processo ou providências administrativas.
