
Lionel Messi no Barcelona
Reuters / Albert Gea
Resumo
Joan Laporta, presidente do Barcelona, admitiu que a relação com Messi foi prejudicada após a não renovação de contrato em 2021, mas expressou o desejo de reconstruir os laços e planeja uma grande homenagem ao jogador.
Após deixar o Barcelona em 2021 devido a uma crise financeira, Messi jogou no Paris Saint-Germain por duas temporadas e, em 2023, transferiu-se para o Inter Miami na MLS, onde joga atualmente.
Laporta enfatiza a importância de Messi para o Barcelona, destacando seus recordes e títulos conquistados pelo clube, e expressa o desejo de que a homenagem planejada seja também um momento de reconciliação com os torcedores.
O presidente do Barcelona, Joan Laporta, voltou a falar sobre Lionel Messi e reconheceu que a relação entre o craque argentino e o clube ficou abalada após a saída do camisa 10 em 2021. Em entrevista ao canal 3Cat, o dirigente catalão afirmou que deseja reconstruir os laços com o maior ídolo da história do Barça e preparar uma homenagem à altura de sua trajetória.
“Tínhamos uma relação muito boa com o Messi, mas, quando não renovamos o contrato, essa relação se estragou. Conseguimos alguma reaproximação. O que queremos é poder fazer para ele a grande homenagem que merece”, declarou Laporta.
Ruptura e reaproximação
Messi deixou o Barcelona após duas décadas de conquistas e recordes, em meio à grave crise financeira que impediu sua renovação dentro das regras de fair play da LaLiga. A despedida emocionada no Camp Nou marcou o fim de uma era — e também o início de um distanciamento que Laporta tenta reverter desde então.
Depois de duas temporadas no Paris Saint-Germain, onde conquistou títulos mas não brilhou como nos tempos de Catalunha, o argentino se transferiu para o Inter Miami, dos Estados Unidos, em 2023. Hoje, aos 38 anos, vive uma fase mais leve na MLS, com contrato até 2025 e conversas para renovação.
Ídolo eterno
Em 17 anos pelo clube, Messi disputou 778 partidas, marcou 672 gols e conquistou 35 títulos, incluindo quatro Ligas dos Campeões. É o maior artilheiro e o jogador com mais vitórias na história blaugrana.
Mesmo distante, o camisa 10 segue sendo a principal referência da torcida culé — e Laporta sabe disso. O presidente quer que a homenagem a Messi sirva não apenas como um tributo, mas também como um momento de reconciliação com o torcedor.
“O Messi é parte da alma do Barcelona. Ele merece um tributo à altura de tudo o que representou para este clube”, reforçou Laporta.
Novo momento do Barça
Durante a entrevista, Laporta também elogiou o técnico Hansi Flick, que assumiu o comando do Barcelona em 2024. “Foi uma grande aposta. É um treinador sereno, muito profissional e com sensibilidade. Sinto que estamos no caminho certo para reconstruir o clube”, afirmou o dirigente.
Com Agência Estado
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