
Larissa Ferrari divulgou fotos das lesões sofridas pelas agressões
Reprodução/Redes Sociais/larissaferrarif
A Justiça determinou nesta segunda-feira (27) a reabertura do caso que investiga as acusações de violência física, psicológica e sexual contra o ex-jogador francês Dimitri Payet, com passagem pelo Vasco, segundo o portal L'Equipe.
O caso, que havia sido arquivado anteriormente, ganha novos contornos com depoimentos que detalham agressões e cárcere privado por parte do jogador contra a advogada Larissa Ferrari.
Relatos de tortura e agressões
Os detalhes que constam no processo são fortes. Segundo a denúncia, Larissa Ferrari afirma ter sido vítima de uma sessão de tortura que durou cerca de 12 horas. Entre as acusações mais graves, ela relata que, durante as relações, o jogador adotava um comportamento sádico e violento.
Além da violência física, Larissa descreve na denúncia um cenário de coação e manipulação psicológica, afirmando que se sentia impedida de denunciar o atleta anteriormente devido ao seu poder financeiro e influência no esporte.
O histórico do caso e a reabertura
As primeiras acusações surgiram ainda em 2025, mas ganharam força no início de 2026 com a apresentação de novas provas e testemunhos.
A reabertura do processo ocorre após a defesa da vítima apresentar elementos que contestam o arquivamento inicial, forçando as autoridades francesas a retomar as investigações de forma rigorosa.
Payet, que teve uma passagem pelo Vasco, ainda não se manifestou publicamente sobre a decisão de reabrir o caso. No passado, a defesa do jogador negou veementemente todas as acusações, classificando-as como tentativas de extorsão.
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