
Gramado sintético do Allianz Parque, casa do Palmeiras
Cesar Greco / Palmeiras
A polêmica sobre o uso do gramado sintético no futebol brasileiro segue dividindo opiniões, e gerando o embate entre clubes e também jogadores. Com 30% dos clubes da Série A de 2026 atuando no gramado sintético, o tema promete muita discussão na próxima temporada.
Com o retorno de Athletico Paranaense e Chapecoense, que conseguiram o acesso na Série B, o Brasileirão deve contar com seis clubes mandando seus jogos em estádios com gramado sintético.
Além dos dois que subiram da Série B, o campeonato contará com Palmeiras, Botafogo e Atlético Mineiro, que possuem seus estádios com grama sintética.
Outra equipe que deve ser juntar a lista e mandar seus jogos em um estádio com grama sintética é o Vasco. O clube espera começar a reforma de São Januário no primeiro semestre de 2026 e negocia um acordo para atuar no Estádio Nilton Santos, do Botafogo, durante o período.
Recentemente, o Flamengo propôs à CBF (Confederação Brasileira de Futebol) que proíba o uso do gramado sintético e padronize os gramados da primeira divisão do Campeonato Brasileiro.
Em resposta, os clubes que usam o gramado sintético afirmaram que "não existe padronização de gramados no Brasil [...] e direcionar críticas exclusivamente aos gramados sintéticos reduz o debate a uma narrativa simplificada, injusta e equivocada".
Times que vão jogar no gramado sintético em 2026:
- Athletico-PR (Arena da Baixada)
- Atlético-MG (Arena MRV)
- Botafogo (Engenhão)
- Chapecoense (Arena Condá)
- Palmeiras (Allianz Parque)
- Vasco (Engenhão)
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