
Ryan Reynolds, dono do Wrexham, antes da partida contra o Chelsea
Reuters/Ed Sykes
Ryan Reynolds se manifestou na tarde deste sábado (7) sobre um possível interesse em comprar o Santa Cruz Futebol Clube. O ator que dá vida ao personagem Deadpool é um dos proprietários do Wrexham A.F.C., equipe do País de Gales administrada ao lado do ator Rob McElhenney. O time disputa as ligas do futebol inglês.
“Tenho interesse em passar o resto da minha vida no Brasil, mas não em comprar um clube. Não, já tenho muito com o que lidar aqui. E sou muito grato e sortudo por fazer isso”, disse Reynolds. O comentário foi feito em entrevista à ESPN Brasil após rumores sobre uma possível negociação envolvendo o clube pernambucano.
O astro também afirmou que prefere concentrar seus esforços no projeto atual. “Acho que prefiro fazer uma coisa bem feita do que 50 mal feitas. Então, sabe, posso visitar o Brasil sem toda a pressão que vem com ser dono de um clube”, declarou.
Antes da manifestação de Reynolds, o próprio Santa Cruz Futebol Clube informou que nenhum dos gestores do clube foi procurado pelo ator ou por representantes ligados a ele.
Situação do Wrexham na temporada
O Wrexham A.F.C. ocupa atualmente a sexta posição da EFL Championship, segunda divisão do futebol inglês, com 57 pontos. A equipe mantém a disputa por uma vaga de acesso à Premier League nesta temporada.
O clube também ganhou projeção internacional com a série documental Welcome to Wrexham, que mostra a trajetória da equipe desde a quinta divisão inglesa até as campanhas recentes.
Popularidade no Brasil
Reynolds citou o crescimento da base de torcedores fora do Reino Unido e mencionou o Brasil como exemplo. O ator afirmou ter visitado o país em 2024 e disse que encontrou torcedores que acompanham o clube galês.
“Eu estive no Brasil em 2024, no verão de 2024, e fiquei chocado ao ver quantas pessoas conhecem o Wrexham e não apenas conhecem, mas acompanham o clube”, afirmou.
Segundo ele, a identificação com histórias de clubes fora dos grandes centros ajuda a explicar o interesse global. “Existem ‘Wrexhams’ no Brasil, pelos Estados Unidos e no Canadá, de onde eu sou, e no mundo interior. Acho que as pessoas se identificam com isso dessa forma”, concluiu.
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