
Samuel Lino, atacante do Flamengo
REUTERS/Rodrigo Valle
A torcida do Flamengo não digeriu o gol perdido pelo atacante Samue Lino na derrota de 1 a 0 da equipe para o Bahia, neste domingo, pela 27ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. Insatisfeitos, rubro-negros picharam os muros da Gávea, sede da equipe no Rio de Janeiro, criticando o atacante.
Os flamenguistas o chamaram de “peladeiro” e escreveram o nome do atleta com um cifrão no lugar do S. A ação lembra do valor gasto pelo Flamengo para contratar o atleta junto ao Atlético de Madrid, da Espanha, neste ano. A transação custou 22 milhões de euros, cerca de R$ 144 milhões na cotação da época.
No mesmo ato, os torcedores também criticaram o presidente Luiz Eduardo Baptista, mais conhecido como BAP, e o chamaram de “omisso”.
Defesa de Filipe Luís a Lino
O lance que gerou muita insatisfação dos rubro-negros aconteceu quando a partida ainda estava 0 a 0. Samuel Lino recebeu um lançamento de Arrascaeta e ficou frente a com o goleiro Ronaldo, que defendeu a finalização. De imediato, Lino passou a ser alvo de críticas.
Após a partida, o técnico Filipe Luís saiu em defesa do jogador.
“A chance que ele teve é porque estava lá. A linha é fina entre fazer o gol e não fazer. Infelizmente não fez. Eu confio muito nele. A gente sabe a qualidade e o talento que tem, e é questão de tempo. Que ele coloque a cabeça no lugar", disse o comandante rubro-negro.

