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Última virada do São Paulo em situação como a da LDU foi em 1993; veja como foi

Tricolor precisa vencer por três gols no Morumbi para alcançar as semifinais do torneio continental

MATHEUS GAVAZZI

24/09/2025 • 18:15 • Atualizado em 24/09/2025 • 18:15

Ferreirinha em ação no primeiro jogo entre São Paulo e LDU, em Quito, pelas quartas de final da Libertadores

Ferreirinha em ação no primeiro jogo entre São Paulo e LDU, em Quito, pelas quartas de final da Libertadores

Rubens Chiri / São Paulo FC

Resumo

O São Paulo enfrenta a LDU nesta quinta-feira (25), às 19h, no Morumbi, precisando vencer por três gols de diferença para avançar às semifinais da Libertadores. A derrota por 2 a 0 no Equador obriga o Tricolor a uma atuação histórica diante de sua torcida.

A última virada em situação semelhante aconteceu em 1993, contra o Newell’s Old Boys, quando o São Paulo devolveu um 2 a 0 com goleada por 4 a 0 no Morumbi. Desde então, apenas em 2006, diante do Estudiantes, a equipe avançou após perder o jogo de ida, dessa vez nos pênaltis.

Com o apoio da torcida, o técnico Hernán Crespo conta com o retorno de Lucas e Oscar para tentar mudar o retrospecto. A classificação seria a quebra de um tabu de mais de três décadas em mata-matas da Libertadores.

O São Paulo encara a LDU nesta quinta-feira (25), às 19h (de Brasília), no Morumbi, precisando de um resultado expressivo para seguir vivo na Copa Libertadores. Após perder por 2 a 0 em Quito, o Tricolor terá de vencer por três gols de diferença para se classificar de forma direta às semifinais. Caso devolva o placar, a vaga será definida nos pênaltis.

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A missão é dura, mas não inédita na história do clube. A última virada em cenário semelhante aconteceu há 32 anos. Em 1993, nas oitavas de final da Libertadores, o São Paulo perdeu a ida para o Newell’s Old Boys por 2 a 0, na Argentina, mas respondeu no Morumbi com uma goleada por 4 a 0, avançando rumo ao bicampeonato continental.

Tabu desde 2006

Depois daquela campanha histórica, o São Paulo só conseguiu avançar uma vez após derrota no jogo de ida: em 2006, contra o Estudiantes, nas quartas de final. Na ocasião, o time venceu em casa e levou a decisão para os pênaltis, garantindo a vaga. Desde então, acumulou eliminações quando precisou reverter placares.

Na atual temporada, a equipe de Hernán Crespo só alcançou uma vez o resultado que hoje precisa: 4 a 1 sobre o Mirassol, em 5 de fevereiro, pelo Campeonato Paulista.

Morumbi como trunfo

O Morumbi lotado e “ensurdecedor”, como define a própria torcida, é a principal arma tricolor neste confronto. Em 1993, foi no estádio que o time contou com a força da arquibancada para virar sobre o Newell’s. Agora, a expectativa é repetir o clima. Recuperados de lesão, Lucas e Oscar devem estar à disposição no banco de reservas e podem entrar no segundo tempo.

“É um jogo mental, de vontade. A gente vai chegar bem”, afirmou Hernán Crespo, que também destacou: “Temos a sorte de ter este jogo em nossa casa, com nossa gente. Vamos usar todas as ferramentas para reverter a situação.”

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