Sem jogar há dois meses, Guarani lida com novas ações e planeja 2027
Exatamente dois meses após a sua última partida oficial na temporada, o Guarani divide as atenções entre o acúmulo de processos na Justiça do Trabalho e a

Guarani FC
Exatamente dois meses após a sua última partida oficial na temporada, o Guarani divide as atenções entre o acúmulo de processos na Justiça do Trabalho e a montagem do departamento de futebol para a temporada de 2027. Com o Campeonato Paulista previsto para o início de janeiro, a diretoria alviverde e o empresário Roberto Graziano têm cerca de 60 dias para estruturar o elenco bugrino.
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No âmbito jurídico, o clube campineiro passou a enfrentar a cobrança formal de ex-integrantes da comissão técnica. A ação movida pelo antigo técnico Elio Sizenando cobra R$ 233 mil do Alviverde, enquanto o auxiliar Henrique Pacheco de Lima pede R$ 58 mil referente a um mês de salário atrasado e verbas rescisórias não quitadas. As alegações ainda dependem de análise judicial e de contestação pelo Bugre.
Outros quatro atletas, o goleiro Emerson Júnior, o lateral-direito Ynaiã e os meias Isaque e Diego Torres, também acionaram o clube recentemente.
Apesar do cenário de restrição financeira e da expectativa pela votação da proposta da Sociedade Anônima do Futebol (SAF), agendada para o dia 19 de novembro, o planejamento de campo prossegue no Brinco de Ouro.
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Até o momento, a diretoria confirmou as renovações contratuais do goleiro Matheus Claus, do zagueiro Maurício Antônio e do lateral-direito Dudu. A diretoria também monitora a situação do goleiro Caíque França no Ceará para definir quem assumirá a titularidade na meta.
Para o comando técnico, o Bugre tem acordo verbal para o retorno do treinador Umberto Louzer, atualmente no Criciúma. O acerto definitivo, contudo, depende do encerramento da Série B do Campeonato Brasileiro, já que um eventual acesso da equipe catarinense à Série A pode manter o treinador em Santa Catarina.
