Show do Esporte

"Tem que estar voando": Fernandinho vê recado de Ancelotti para Neymar

Enquanto time se fortalece com jogo coletivo, futuro do atacante depende de sua condição física e adaptação a um novo modelo

Da redação
DA REDAÇÃO

07/09/2025 • 16:22 • Atualizado em 07/09/2025 • 16:22

A Seleção Brasileira vive uma fase de renovação e bons resultados, mas uma questão segue como a "grande incógnita" para o futuro: qual será o papel de Neymar no time comandado por Carlo Ancelotti? Durante o Show do Esporte deste domingo (7), os apresentadores Glenda Kozlowski e Fernando Fernandes debateram a nova identidade da equipe e as condições para o retorno do atacante.

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Com a ausência do jogador, que retoma a condição física após uma lesão complexa, o Brasil tem se destacado por uma força coletiva que não era vista há anos. A análise do programa apontou para o fim de uma era de "Neymardependência", na qual o time se organizava em torno de uma única referência técnica.

Recado de Ancelotti e o desafio físico

O futuro do atacante na Seleção depende exclusivamente dele, segundo o debate. O primeiro desafio é físico. Fernando Fernandes lembrou que a lesão no joelho do jogador foi grave e complexa, envolvendo também o menisco, o que torna a recuperação um fator de incerteza. "O Neymar em condições é o nosso melhor jogador, mas não vai ser mais o mesmo Neymar de 10 anos atrás porque o tempo passou", ponderou.

Além da questão física, a adaptação ao novo momento da equipe é crucial. Carlo Ancelotti já teria deixado claro o recado para todos os atletas, incluindo o antigo camisa 10. Fernandinho vê como um recado para o astro.

"Você quer vir, irmão? Joga. Eu quero todos os caras aqui convocados voando. Independentemente de você ser muito bom, vai ter que estar voando. No mínimo, vai ter que correr igual a todo mundo", destacou Fernandes sobre a filosofia do treinador.

O fim da 'Neymardependência'?

Para os apresentadores, a ausência de Neymar forçou outros atletas a assumirem a responsabilidade, criando uma equipe mais coesa e solidária. "Há muitos anos a gente sempre teve a referência do Neymar. Dessa vez, a gente tem um coletivo", observou Glenda Kozlowski.

Fernando Fernandes complementou, explicando que o talento do jogador gerava uma "pseudo-dependência" nos companheiros. "Agora, sem o Neymar, os jogadores tiveram que assumir essa responsabilidade. A gente vai ter que se virar", analisou. Esse novo cenário, com um time mais jovem, rápido e de personalidade, tem agradado, mas levanta a dúvida de como Neymar se encaixaria nesse modelo.