Tony Kanaan celebra volta da Indy à Band e relembra vitória nas 500 Milhas
Um dos grandes nomes do automobilismo brasileiro segue há um ano como chefe de equipe da McLaren

Tony Kanaan, um dos grandes nomes do automobilismo brasileiro, expressou grande entusiasmo com o retorno da Fórmula Indy à tela da Band. Para ele, a emissora tem um significado especial, remetendo ao início de sua carreira: "Para mim, eu vou falar que todos os anos que eu corri, ela foi na Band. Por causa da Band, eu tive o prazer de correr em casa, em São Paulo."
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Ele vê esse retorno como um reconhecimento do valor da categoria e uma oportunidade para os fãs brasileiros acompanharem de perto os pilotos do país e seu próprio trabalho na liderança da McLaren. "O coração está batendo forte para poder ver os brasileiros torcerem", afirmou.
A nova fase como Chefe de Equipe
Há um ano como chefe de equipe da McLaren, Kanaan tem objetivos claros para o futuro. Embora a equipe tenha alcançado o vice-campeonato com Pato O'Ward em 2025, a meta para 2026 é mais ambiciosa.
"O que eu espero para a temporada de 2026 é que a gente tenha uma temporada melhor do que a de 2025", explicou. "Meu objetivo é colocar os três carros para poder brigar com Penske, Ganassi e Andretti."
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Para alcançar esse patamar, seu maior desafio tem sido a gestão de pessoal e a cultura interna. A mudança de escala foi drástica: "Quando eu era piloto, eu cuidava de seis mecânicos... E agora são 120 pessoas."
O foco principal, segundo ele, é inspirar a equipe: "Meu maior foco e objetivo é conseguir transmitir a paixão, dedicação e obsessão que eu tenho por vencer. Que é o que a McLaren merece. Trazer as pessoas a acreditarem e gostarem do que elas estão fazendo... e também conseguir comprar a ideia da mentalidade vencedora."
Amizade e profissionalismo com Zak Brown
Kanaan também comentou sobre seu relacionamento com Zak Brown, CEO da McLaren, a quem considera um amigo que hoje é seu patrão. Os dois correram juntos em 1993, antes de seguirem caminhos diferentes.
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Apesar da amizade, o ambiente de trabalho é de alta performance. "É super profissional. (...) Ele não pega leve comigo por causa da nossa amizade. Mas eu não gostaria de ser diferente", disse Kanaan, que vê a posição como uma oportunidade única pela qual se sente grato e determinado a "justificar a credibilidade que ele me deu na pista."
