Fórmula 1

A Fórmula 1 chegou a São Paulo sob os cuidados da Célere Intralogística

Cargas das equipes começaram a chegar ao Aeroporto Internacional de Viracopos na noite desta segunda-feira (2)

4 min

07/11/2026 10:23 • Atualizado há 22 min

A Fórmula 1 chegou a São Paulo sob os cuidados da Célere Intralogística

Força dos motores Mercedes marca 1º dia do Grande Prêmio de São Paulo

Reuters

A operação logística do Grande Prêmio de São Paulo de Fórmula 1 começou a ganhar forma na noite desta segunda-feira (2), com a chegada das primeiras cargas ao Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP). Sob a responsabilidade da Célere Intralogística, a movimentação marca o início de uma operação que mobilizará cerca de 800 toneladas de materiais, distribuídas em nove voos, com mais de 45 carretas, aproximadamente 105 equipamentos e mais de 50 profissionais envolvidos.

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A operação é coordenada pela Célere, empresa que há três décadas atua nos bastidores da Fórmula 1 no Brasil. A estrutura conta com a presença do CEO da companhia, Gustavo Ribeiro, e é liderada por Regina Yazbek, que conduz uma equipe em um ambiente de alta complexidade logística, tradicionalmente marcado pela predominância masculina.

O trabalho começa antes de as cargas chegarem ao Autódromo de Interlagos. Após o desembarque em Viracopos, os materiais são preparados para o transporte rodoviário até São Paulo, onde passam por etapas de descarregamento, movimentação interna e posicionamento, de acordo com o planejamento e o cronograma do evento.

Uma operação que conecta o aeroporto à pista

A logística da Fórmula 1 exige integração entre diferentes etapas, cumprimento rigoroso de prazos e coordenação entre profissionais, equipamentos e transportadoras. Cada movimentação precisa ocorrer de acordo com uma programação previamente estabelecida, para que equipes e organização encontrem a estrutura necessária no momento previsto.

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A atuação da Célere se estende por todo o ciclo do evento. Além do transporte e da movimentação das cargas na chegada, a empresa presta suporte durante a montagem da estrutura e a realização do Grande Prêmio. Após a corrida, o trabalho continua com a retirada dos materiais, o carregamento e o encaminhamento das cargas para seus próximos destinos, em uma operação de logística reversa.

Os números dão a dimensão do desafio: são nove voos previstos entre os dias 2 e 3 de Novembro, cerca de 800 toneladas de carga, mais de 45 carretas, aproximadamente 105 equipamentos mobilizados e mais de 50 profissionais dedicados à operação.

Três décadas nos bastidores da Fórmula 1

A relação da Célere com a categoria começou há cerca de 30 anos, ainda no período da Movicarga, quando a empresa fornecia as empilhadeiras utilizadas nas operações da Fórmula 1. Desde então, sua participação evoluiu para uma atuação que integra equipamentos, equipes especializadas e gestão logística.

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Fundada em 2006, a partir do reposicionamento da Movicarga, a Célere consolidou sua atuação em intralogística, atendendo setores como automotivo, alimentos e bebidas, cosméticos e químico. Na Fórmula 1, a experiência acumulada ao longo de três décadas sustenta uma operação que exige planejamento, precisão e capacidade de resposta em prazos restritos.

Para Gustavo Ribeiro, CEO da Célere, a categoria representa um ambiente em que a integração de todas as etapas é essencial para o resultado.

“A Fórmula 1 concentra em poucos dias uma operação que exige planejamento, velocidade de resposta, qualidade e precisão em cada etapa. Na indústria, essa necessidade existe todos os dias. O ambiente muda, mas a lógica operacional é a mesma: qualquer desvio pode impactar uma cadeia inteira”, afirma.

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Da pista para a indústria

A experiência construída nos bastidores do automobilismo também se reflete nas operações industriais conduzidas pela Célere. Planejamento, segurança, disponibilidade de equipamentos, qualificação das equipes e controle da movimentação são elementos fundamentais para garantir produtividade e continuidade operacional em diferentes setores.

“A operação industrial não tem uma bandeirada final. Ela precisa funcionar de forma contínua, todos os dias. Por isso, a experiência que construímos na Fórmula 1 é aplicada de maneira prática, com processos bem definidos, equipes preparadas e capacidade de resposta”, destaca o CEO, Gustavo Ribeiro.

A chegada das cargas a Viracopos marca, assim, o início de mais um capítulo de uma parceria de três décadas. Até a realização do Grande Prêmio de São Paulo de 2026, a Célere estará à frente de uma operação que conecta o transporte aéreo e rodoviário ao trabalho dentro do autódromo, garantindo que a estrutura logística acompanhe o ritmo de um dos eventos esportivos mais exigentes do calendário internacional.

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