
Tiger Woods, dos EUA, acena para a multidão
REUTERS/Mike Blake/File Photo
O golfista Tiger Woods foi detido nesta sexta (27) após se envolver em um acidente de trânsito na Flórida, nos Estados Unidos. O veículo conduzido pelo atleta capotou depois de uma colisão com outros carros durante a tarde. As informações foram divulgadas pela imprensa americana.
Considerado um dos principais nomes da história do golfe, Woods também acumula episódios fora do esporte. Ao longo dos anos, o atleta esteve envolvido em casos extraconjugais, problemas pessoais e questões judiciais.
Infidelidade
Em novembro de 2009, quando ocupava a liderança do ranking mundial, Woods teve seu nome ligado a um suposto relacionamento com Rachel Uchitel, após publicação da revista National Enquirer. Dias depois, ele se envolveu em um acidente de carro com sua então esposa, Elin Nordegren.
Na época, veículos de mídia indicaram que a colisão ocorreu após uma discussão do casal. Após a divulgação do caso, outras mulheres afirmaram ter mantido relações com o atleta, ampliando a repercussão no esporte.
"Fui infiel. Tive casos e traí. Foi inaceitável o que fiz. Feri meus filhos, minha mãe, a família da minha esposa, meus amigos, minhas fundações e crianças pelo mundo que me admiram"
Já em 2015, outro escândalo por infidelidade. Tiger estaria vivendo um relacionamento com Amanda Boyd, ex-mulher do também golfista e seu amigo Jason Dufner. A relação teria começado quando Woods ainda namorava a esquiadora Lindsey Vonn, campeã olímpica dos Jogos de Inverno, em 2010.
Depois do episódio, Woods buscou tratamento psicológico em uma clínica no estado do Mississippi, voltada à reabilitação de pessoas com dependência sexual. O atleta não detalhou o processo.
Ainda segundo a National Enquirer, o golfista Tiger Woods teria traído sua esposa com até 120 mulheres durante cinco anos de casamento. Atleta teria listado diversas mulheres com quem se envolveu durante tratamento para dependência sexual em uma clínica de reabilitação no Mississippi.
Uso de substâncias
Em 2017, ele voltou a ser detido na Flórida por dirigir sob influência de substâncias. O exame toxicológico apontou a presença de cinco medicamentos em seu organismo. Woods declarou que fazia uso dos remédios devido a problemas nas costas, que já haviam afetado sua participação em torneios desde 2015.
Os episódios também impactaram sua relação com patrocinadores. Empresas como Gatorade e AT&T encerraram contratos com o atleta após os escândalos, resultando em perdas estimadas em bilhões de dólares, segundo estudos. Já a Nike manteve a parceria.
Anos depois, Woods voltou a conquistar um título de destaque ao vencer o Masters Tournament de 2019. O resultado também gerou retorno comercial para a Nike, com ganhos associados à exposição da marca e venda de produtos durante o evento.
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