Além de Lula, veja quem mais discursará no 1º dia da Assembleia da ONU
A 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) tem início nesta terça-feira (22), em Nova York, nos Estados Unidos, a partir das 10h, cerimônia

A 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) tem início nesta terça-feira (22), em Nova York, nos Estados Unidos, a partir das 10h, cerimônia que terá a transmissão ao vivo no portal Band.com.br, na BandNews TV e no canal do YouTube de Band Jornalismo.
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Como tradição, o Brasil será o primeiro a discursar no evento com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em seguida, será a vez do país anfitrião, os Estados Unidos, na voz do presidente Donald Trump.
Saiba quem mais falará no 1º dia e a ordem dos discursos:
- ONU: secretário-geral António Guterres
- ONU: presidente da Assembleia Geral Khalilur Rahman
- Brasil: presidente Luiz Inácio Lula da Silva
- Estados Unidos: presidente Donald Trump
- Jordânia: rei Abdullah II ibn Al Hussein
- Turquia: presidente Recep Tayyip Erdoğan
- Quirguistão: presidente Sadyr Zhaparov
- Catar: emir Sheikh Tamim bin Hamad Al Thani
- Lituânia: presidente Gitanas Nausėda
- Peru: presidente Keiko Sofia Fujimori Higuchi
- Chile: presidente José Antonio Kast
- França: presidente Emmanuel Macron
- Finlândia: presidente Alexander Stubb
- Luxemburgo: Grão-Duque Guillaume V
- Angola: presidente João Manuel Gonçalves Lourenço
O pronunciamento marca a décima participação de Lula na tribuna das Nações Unidas e é o último discurso dele no atual terceiro mandato na Presidência da República. Lula deve priorizar em seu discurso questões globais, sem esquecer do cenário interno com as eleições.
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Entre os assuntos deve ser abordada a cooperação internacional contra o crime organizado e destaque para a nova legislação brasileira, resposta às tarifas comerciais impostas de forma unilateral pelos EUA, defesa da soberania política do país e da não interferência externa nas eleições, reforma do Conselho de Segurança e fortalecimento do sistema multilateral, cobrança por governança global mais efetiva diante das guerras em curso e debate sobre o papel da ONU num cenário de ascensão de novas potências e dos BRICS.
