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Internacional

ONU rejeita o uso de força para reabrir Estreito de Ormuz

Catar diz que consequências da guerra contra Irã estão prestes a se tornar 'incontroláveis'

2 min

07/04/2026 13:34 • Atualizado há 200 dias

ONU rejeita o uso de força para reabrir Estreito de Ormuz

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) rejeitou o uso de força para reabrir o Estreito de Hormuz. O prazo final do ultimato do presidente americano para que o Estreito de Ormuz seja totalmente aberto termina nesta terça-feira (7).

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Com vetos de China e Rússia, a ONU rejeitou em usar a força militar para reabrir o Estreito de Ormuz, por onde passam 20% da produção de petróleo no mundo. Várias nações são dependentes do petróleo que passa pelo estreito como países do Oriente Médio, da Europa e o Japão.

Mais cedo, após bombardear Ilha de Kharg, crucial para a produção de petróleo no Irã, o presidente dos Estados Unidos Donald Trump fez uma publicação, na manhã desta terça-feira (7), afirmando que “uma civilização inteira vai morrer esta noite”.

Uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser ressuscitada. Eu não quero que isso aconteça, mas provavelmente acontecerá. Descobriremos esta noite, em um dos momentos mais importantes da longa e complexa história do mundo. 47 anos de extorsão, corrupção e morte finalmente chegarão ao fim. Deus abençoe o grande povo do Irã!.

Explosões foram relatadas nesta terça-feira (7), na Ilha de Kharg, um importante centro de exportação de petróleo do Irã perto do Estreito de Ormuz, após o exército norte-americano lançar ataques contra alvos militares no local, informou a Axios, citando um alto funcionário dos EUA.

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Catar

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Catar, Majed al-Ansari, alertou nesta terça-feira que a guerra contra o Irã e suas consequências estão perto de se tornarem "incontroláveis", uma vez que o conflito continua a prejudicar pessoas em toda a região e a impactar a economia global.

"Temos instado todas as partes a encontrar uma solução para esta guerra antes que ela saia do controle", disse ele a repórteres antes do iminente prazo do presidente dos EUA, Donald Trump, para uma resolução.

Ele acrescentou que o Catar não está atualmente envolvido em esforços de mediação entre Washington e Teerã.

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Segundo al-Ansari, qualquer acordo deve ser feito em consenso com todos os atores regionais e "não pode excluir" nenhum parceiro regional.

Doha busca um acordo que reflita "um novo quadro de segurança regional", mas que também inclua "garantias internacionais", afirmou.

Sobre o Estreito de Ormuz, o porta-voz enfatizou que a passagem não deve ficar sujeita ao controle de um único país.

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Com Estadão Conteúdo

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