Internacional

Eleições na Nova Zelândia terminam sem vencedor claro

Os partidos Nacional e Trabalhista, os dois principais do país, estão praticamente empatados

2 min

07/11/2026 11:32 • Atualizado há 1 min

Eleições na Nova Zelândia terminam sem vencedor claro

O primeiro-ministro da Nova Zelândia, Christopher Luxon, e o líder da oposição, Chris Hipkins

REUTERS/David Rowland/REUTERS/Hollie Adams

As eleições nacionais da Nova Zelândia, que definem a composição do parlamento do país, ocorreram neste fim de semana e terminaram sem um vencedor claro, o que joga a nação em um futuro político incerto.

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Com mais de 95% das urnas apuradas, o partido atualmente na liderança do apís, o Nacional, de centro-direita, aparece com 29,3% dos votos, praticamente empatado com sua principal oposição, o partido Trabalhista, de centro-esquerda, que registra 29,2%.

Em terceiro lugar aparece o partido Verde, com 13.3%. Já os direitistas Act e New Zealand First (Nova Zelândia em Primeiro Lugar) têm 11% e 9,8%, repectivamente.

Na atual composição, o bloco de direita teria a maioria das cadeiras no parlamento, com 67. Entretanto, ainda há votos especiais a serem contados e com margens tão estreitas, tudo pode mudar.

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Tanto que nem o atual primeiro-ministro, Christopher Luxon, quanto o líder da oposição, Chris Hipkins, declararam vitória. Luxon chegou a dizer a apoiadores que a eleição estava "apertada demais".

Neste cenário, o recém-formado Opportunity (Oportunidade), um partido centrista, pode ter a chave do governo, uma vez que conseguiram cerca de 6% dos votos.

A Nova Zelândia é uma democracia parlamentar no qual o governo é chefiado pelo primeiro-ministro, que costuma ser o líder do partido que conquista a maioria das cadeiras no parlamento. Um membro da Commonwealth, o país é um daqueles que tem como chefe de estado o rei Charles III.

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