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Preso por ataque em base militar será morto por fuzilamento nos EUA

Condenado é ex-psiquiatra do exército americano

1 min

06/10/2026 12:47 • Atualizado há 18 dias

Um ex-psiquiatra do exéricto americano, que estava preso por ataque a tiros em uma base militar, será morto por fuzilamento nos Estados Unidos. A sentença foi aprovada pelo presidente Donald Trump.

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O pelotão de fuzilamentos será responsável por realizar a morte. O homem foi preso em 2009, e no ataque realizado, causou a morte de 13 pessoas e deixou outras 30 feridas.

A execução por fuzilamento foi incluída recentemente como forma de pena capital, junto com asfixia por gás e choque. As medidas foram aprovadas por conta da dificuldade em mortes através de injeções letais.

Mulher sobrevive a injeção letal

No dia 30 de setembro deste ano, Christa Gail Pike sobreviveu após ser submetida a duas doses de pentobarbital, no estado do Tennessee, nos Estados Unidos. Ela teve a execução por injeção letal autorizada pela Suprema Corte americana mais cedo, após uma suspensão de última hora decretada por um tribunal de primeira instância no início do dia.

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Em 1995, Pike, então com 18 anos, e o namorado, Tadaryl Shipp, de 17 anos, assassinaram a jovem Colleen Slemmer, de 19 anos, em um acampamento.

No ano seguinte, Pike foi condenada à morte, enquanto Shipp recebeu prisão perpétua com possibilidade de liberdade condicional.