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Bombardeios dos EUA a Venezuela aprofundam crise iniciada em 2025; relembre

Governo de Nicolás Maduro denuncia "agressão militar" em Caracas e outros estados; relatos de múltiplas explosões e sobrevoos de aeronaves são registrados na capital

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03/01/2026 07:07 • Atualizado há 262 dias

Bombardeios dos EUA a Venezuela aprofundam crise iniciada em 2025; relembre

Os recentes ataques dos Estados Unidos à Venezuela marcam uma escalada significativa na crise entre os dois países, que se intensificou desde 2025. Na ocasião, Washington aumentou a presença militar no Mar do Caribe, com navios de guerra e tropas, sob a justificativa de combater o narcotráfico na região.

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Trump confirma ataque a Venezuela e afirma que Maduro foi capturado

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, havia autorizado o envio de tropas do exército para países da América Latina alegando ajuda no combate ao tráfico de drogas. Os soldados da Força Aérea e da Marinha dos Estados Unidos começaram a ser deslocados para o mar do Caribe, em uma operação desenhada pelo Pentágono.

O objetivo era enfrentar grupos de narcotraficantes, classificados como organizações terroristas pela Casa Branca. A ação ocorre poucos dias depois do presidente Donald Trump assinar um decreto que permite o uso de força militar contra os cartéis na América Latina.

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A operação resultou em ataques a embarcações e um bloqueio naval a petroleiros sancionados que entravam e saíam da Venezuela.

Diante da situação, a comunidade internacional observa com atenção os próximos desdobramentos. O fechamento do espaço aéreo para a aviação civil é um forte indicativo da gravidade da situação.

Enquanto o governo de Maduro convoca a população para se mobilizar, analistas aguardam um posicionamento oficial da Casa Branca sobre as acusações diretas de um ataque à capital venezuelana.

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Bombardeios

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou na manhã deste sábado (3) que os norte-americanos atacaram a Venezuela. Além disso, o presidente destacou que Nicolás Maduro e sua esposa foram capturados e retirados do país por via aérea.

Ainda segundo Trump, a operação foi realizada em conjunto com as forças de segurança dos EUA.

Por outro lado, o governo da Venezuela, liderado por Nicolás Maduro, acusou formalmente os Estados Unidos de uma "agressão militar" e declarou estado de emergência em todo o país nesta madrugada, conforme o horário local.

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A medida foi anunciada após uma série de fortes explosões serem ouvidas em Caracas, capital do país, e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Relatos de testemunhas e de agências de notícias internacionais confirmam o som de explosões e o sobrevoo de aeronaves militares em baixa altitude, o que deixou o espaço aéreo do país vazio de voos civis.

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