iPhone 17: O desafio para se manter relevante no Brasil
Nova linha de smartphones chega a partir de R$ 7.999, mas a empolgação por aparelhos da Apple já foi maior

O lançamento do primeiro iPhone, em 2007, mudou tudo. Diferentes funções reunidas em um único aparelho portátil, prático, sensível ao toque. Nada seria como antes.
Continua depois da publicidade
Quase duas décadas depois, o mercado de smartphones tem dificuldades de manter o público encantado. Se antes novas gerações traziam grandes saltos de design e funcionalidade, hoje, o avanço vem em pequenos incrementos: o processador um pouco mais rápido, uma câmera um pouco melhor...
E ainda que os novos iPhones não sejam lá revolucionários há um tempo, todo mês de setembro os entusiastas da tecnologia e uma massa de curiosos param tudo pra assistir ao anúncio do novo modelo. Assim foi com o iPhone 17, revelado na terça-feira (9) na tradicional transmissão pré-gravada da Apple.
O modelo básico traz um processador 20% mais rápido que a geração anterior, tela resistente à riscos, melhor bateria e carregamento mais rápido. A linha também finalmente recebe a tecnologia ProMotion, com display adaptável entre 1 Hz e 120 Hz – há anos disponível na linha Pro (e em aparelhos similares da concorrência). Esta, inclusive, teve uma atualização maior de design, com nova estratégia para controle térmico, maior bateria e relevo que abriga potente jogo de câmeras.
Continua depois da publicidade
A grande novidade, porém, fica com o novo iPhone Air, cuja espessura é menor que a de um dedo – apenas 5,6 milímetros. O aparelho traz o processador mais avançado, A19 Pro, e apenas uma câmera.

A empolgação com novos iPhones, porém, já foi maior. A Sala Digital, parceria entre a Band e o Google, comparou a curiosidade dos brasileiros na semana de anúncio de smartphones da Apple desde 2010, ano do saudoso iPhone 4 e a primeira grande mudança de design.
O modelo com maior interesse de buscas é recente, o iPhone 15, de 2023. Não porque trouxe grandes novidades ao aparelho, mas porque finalmente aderiu ao conector padrão USB-C para carregamento e transferência de dados. Quem viveu sabe que não foi por boa vontade, mas por uma lei na União Europeia que obrigou aparelhos na região a usarem o padrão. O mundo agradece!
Continua depois da publicidade
Ainda no pódio, estão dois lançamentos do mesmo ano, 2017: o iPhone 8, o último modelo principal com o icônico botão redondo; o iPhone X, modelo especial de 10 anos, com a tela preenchendo toda a frente do aparelho, menos o “notch”, ou entalhe, que abriga a câmera frontal, sensores e alto-falantes. Mancha que permanece até hoje!

Agora, uma coisa é busca no Google, outra é o dinheiro sobrando pra comprar o celular. O iPhone 17, por exemplo, chega no brasil a partir de R$ 7.999 no modelo básico com 256 GB, mas pode custar até R$ 18.499 no modelo Pro Max com 2 TB de armazenamento. Neste ano, um levantamento do Deutsche Bank colocou o iPhone no Brasil como o segundo mais caro do mundo, apenas atrás da Turquia.
Os Estados Unidos ocupam apenas a 17ª posição, a última do ranking. As perguntas feitas por brasileiros e americanos sobre a nova geração ajudam a contar essa história. Por aqui, a curiosidade é sobre o lançamento no país, as novidades e o preço. Por lá, além das informações básicas, o desejo é pelo início da pré-venda. Com o preço nas alturas, a América do Sul é o continente menos interessado no iPhone 17 e seu sistema operacional, iOS 26. A lista é liderada pela Europa, com o dobro do índice. Entre brasil e estados unidos, o interesse de busca dos americanos é 77% maior.
Continua depois da publicidade
A ansiedade acabou, os novos modelos foram anunciados e, em breve, vídeos com primeiras impressões e resenhas preencherão a internet./ E só o tempo dirá se a linha 17 marca um novo momento pro iPhone ou só mais uma leve atualização.

Fique por dentro das últimas
notícias
