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Maníaco de Goiânia: Assassino é condenado a quase 700 anos; relembre o caso

Assassino que cometeu dezenas de homicídios na capital de Goiás cumpre pena em Aparecida de Goiânia

2 min

17/10/2026 17:12 • Atualizado há 7 dias

O caso do serial killer de Goiânia completou 12 anos nesta semana, relembrando uma das investigações mais marcantes da segurança pública do estado. O vigilante Tiago Henrique Gomes da Rocha foi condenado a quase 700 anos de prisão pelos assassinatos de 42 pessoas, incluindo mulheres, homens homossexuais e pessoas em situação de rua, atacados em diferentes pontos da cidade.

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Os crimes ganharam repercussão nacional após uma sequência de homicídios que mobilizou as autoridades policiais. Por meio de câmeras de segurança e registros de multas de trânsito, os investigadores conseguiram reunir características físicas do suspeito e da motocicleta utilizada nos ataques.

Dois dias antes da captura, uma equipe passou a madrugada vigiando um endereço ligado a uma moto semelhante para evitar que o criminoso percebesse a vigilância. Cerca de 200 policiais atuaram na operação até que, durante um deslocamento de rotina provocado pelo esquecimento de uma carteira na Secretaria de Segurança Pública, os agentes avistaram o veículo procurado, realizaram o retorno na via e efetuaram a abordagem.

O interrogatório e os processos judiciais

Na delegacia, o vigilante reclamou que estava atrasado para o trabalho e prestou depoimento por cerca de três horas. Questionado sobre o número de vítimas, o criminoso confessou a autoria de 42 mortes, detalhando que a arma utilizada havia sido furtada da empresa de segurança onde trabalhava e que simulava assaltos para se aproximar das vítimas.

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Os processos resultaram em diversas condenações pelo Tribunal do Júpri, somando quase 700 anos de reclusão. Pelas leis vigentes à época dos crimes, o tempo máximo de cumprimento de pena é limitado a 30 anos, estipulando a possibilidade de soltura em 2044, com data efetiva dependendo dos cálculos da execução penal da Justiça. Atualmente, o detento cumpre pena na penitenciária de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital goiana.

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