Nova sede do MIS em Copacabana deverá ser inaugurada em março de 2026
Após 15 anos de obras e interrupções, o novo cartão-postal do Rio de Janeiro promete vista panorâmica, cinema a céu aberto e um mergulho na história cultural brasileira

A espera dos cariocas e turistas tem data para acabar. A nova sede do Museu da Imagem e do Som (MIS), localizada na orla da Praia de Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro, está prevista para abrir suas portas em março de 2026.
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O projeto, que se arrasta há quase uma década e meia, promete se tornar o mais novo ponto turístico da cidade. Com um investimento total acumulado em cerca de R$ 340 milhões, o edifício de arquitetura arrojada finalmente receberá o público, oferecendo uma das vistas mais privilegiadas do mundo.
De acordo com o Governo do Estado, a inauguração seguirá o modelo de soft opening (abertura suave). Isso significa que, a partir de março de 2026, o espaço será aberto gradualmente.
Ao longo do ano, as exposições permanentes e temporárias serão finalizadas e entregues aos visitantes. A expectativa é que, quando estiver operando em capacidade total, o novo MIS receba mais de 1.000 pessoas por dia.
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O que esperar do Novo MIS
O prédio conta com 10 andares intercalados e foi projetado para celebrar a identidade carioca e brasileira. Entre as principais atrações confirmadas que ocuparão o espaço ao longo de 2026, destacam-se:
- Acervo Carmen Miranda: Uma ala inteira dedicada à história e aos itens originais da "Pequena Notável".
- História da Rádio Nacional: Espaço imersivo sobre a era de ouro do rádio no Brasil.
- Cultura do Carnaval: Áreas destinadas à maior festa popular do país.
- Cinema a Céu Aberto: No terraço (10º andar), haverá um grande telão para exibições de filmes ao ar livre, com a Praia de Copacabana como pano de fundo.
As obras da nova sede começaram em 2011 e sofreram diversas paralisações ao longo dos anos. O atraso resultou na perda de equipamentos e no encarecimento do projeto.
No entanto, o cenário atual é de finalização. Enquanto a estrutura física recebe os últimos retoques, partes do valioso acervo do museu — que inclui registros históricos de rádio, televisão e música — já se encontram no local, devidamente embalados e protegidos, aguardando a montagem final das exposições.
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Para o setor de turismo e para os moradores que viram o prédio "tapumado" por anos, a entrega em 2026 é a realização de um desejo antigo: ver a "Princesinha do Mar" ganhar um equipamento cultural à sua altura.
