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Brasil

Paulo Cupertino, acusado de matar Rafael Miguel, vai a juri; relembre o caso

Homem ficou quase três anos foragido após crime cometido em 2019

2 min

27/05/2025 18:02 • Atualizado há 515 dias

Paulo Cupertino, acusado de matar Rafael Miguel, vai a juri; relembre o caso

Acusado de matar o ator Rafael Miguel e seus pais, João Alcisio Miguel e Miriam Selma da Silva, Paulo Cupertino Matias irá a júri popular nesta quinta-feira (26).

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O julgamento ocorre seis anos após o crime e dois anos depois do primeiro ser anulado, uma vez que Cupertino destituiu a própria defesa.

O caso

Em 9 de junho de 2019, Rafael foi acompanhado dos pais e da namorada, Isabela Matias, até a casa dela para conversar com o pai da jovem, Cupertino. A ideia era tentar convencê-lo a aceitar o namoro dos dois.

Isabela relatou para a polícia que o pai sempre foi contra o envolvimento dela com Rafael e que era uma pessoa possessiva, uma declaração corroborada pela denúncia do Ministério Público.

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A mãe de Rafael, teria pedido para conversar com Cupertino, que respondeu sacando uma arma e disparando diversos tiros contra ele, o rapaz e seu pai. Os três morreram no local e foram velados e sepultados no Cemitério do Campo Grande no dia seguinte.

Nas redes sociais, diversos amigos e colegas de trabalho de trabalho de Rafael fizeram homenagens para ele, inclusive o SBT, uma vez que ele estava no elenco da novela “Chiquititas”.

Após o crime, Cupertino fugiu do local e permaneceu foragido por quase três anos, até ser preso localizado na zona sul de São Paulo.

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Ele chegou inclusive a mudar de nome e usar disfarces para escapar da polícia, além de ter passado por diversos endereços no Brasil, na Argentina e no Paraguai.

Habeas corpus e primeiro julgamento

Paulo Cupertino escreveu uma carta de próprio punho com um pedido de habeas corpus e ainda a reclamação de que estava sendo “massacrado e perseguido”. O pedido foi recusado pela Justiça.

Ele foi a julgamento pela primeira vez em outubro de 2024 no Fórum Criminal da Barra Funda, Zona Oeste de São Paulo. Na ocasião, foram ouvidos também dois amigos de Cupertino acusados de ajudá-lo a se esconder.

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Mais tarde, todo o julgamento foi anulado quando o réu destituiu sua defesa.

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