Brasil

Traficantes em praia do Nordeste comemoram entrega de cocaína

A investigação do Jornal da Band detalha que a organização criminosa mantinha um padrão de vida de milionários

2 min

29/10/2026 20:14 • Atualizado há 1 hora

Traficantes em praia do Nordeste comemoram entrega de cocaína

Quadrilha internacional de cocaína movimentou R$ 200 milhões em três anos

Reprodução/Band

Uma operação da FICCO/MG desmantelou uma quadrilha internacional de tráfico de cocaína que movimentou cerca de R$ 200 milhões em menos de três anos.

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A investigação do Jornal da Band detalha que a organização criminosa operava no tráfico internacional de drogas mantendo um padrão de vida de milionários, desafiando a Justiça e tentando apagar rastros das atividades ilícitas. O esquema culminou na prisão de 19 pessoas envolvidas com o narcotráfico em cinco estados.

Segundo o delegado da Polícia Federal Dalton Marinho Jr., a estrutura contava com cinco núcleos bem determinados: direção e comando, logística, transporte, financeiro com ocultação patrimonial, e familiar. O grupo utilizava rotas estratégicas ligando cidades como Uberlândia e Uberaba, no Triângulo Mineiro, aproveitando o polo logístico rodoviário para o escoamento dos entorpecentes.

Quadrilha internacional de cocaína movimentou R$ 200 milhões em três anos

Quadrilha internacional de cocaína movimentou R$ 200 milhões em três anos

Foragido simulou a própria morte no Paraguai

Entre os alvos da operação está Hernandes Oliveira da Silva, apontado como responsável pela logística da quadrilha. O criminoso bolou um plano durante a pandemia para enganar as autoridades policiais, chegando a simular a própria morte no Paraguai com o uso de certidão de óbito falsa, lápide e até homenagens publicadas em jornais. Mesmo tentando apagar seus rastros, ele foi localizado e preso.

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Quadrilha internacional de cocaína movimentou R$ 200 milhões em três anos

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Crédito: Reprodução/Band

Outro chefe apontado pela polícia é Rodrigo Bueno, conhecido como Moeda, que permaneceu foragido da Justiça por quase 20 anos.

Conforme apurado pelas autoridades, ele vivia com luxo em Uberlândia, passava-se por engenheiro e frequentava estabelecimentos de alto padrão antes de ser capturado. No total, sete integrantes do grupo continuam foragidos e as investigações seguem em andamento.