Rússia defende vaga permanente para o Brasil no Conselho de Segurança
Lavrov se posicionou contra a criação de novas vagas permanentes para países ocidentais

REUTERS/Eduardo Munoz
O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, defendeu neste sábado (26), na Assembleia Geral da ONU, uma reforma do Conselho de Segurança para ampliar a participação da Ásia, da África e da América Latina. Segundo o chanceler, Moscou apoia assentos permanentes para Brasil e Índia, além de maior representação africana no órgão.
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Lavrov se posicionou contra a criação de novas vagas permanentes para países ocidentais e mencionou especificamente Alemanha e Japão. O ministro atribuiu aos dois países um histórico de militarismo e revanchismo e afirmou que eles não devem ser contemplados pela mudança.
O chanceler também renovou as críticas à expansão da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). Na avaliação dele, a aliança desrespeita o princípio da segurança igual e indivisível ao buscar fortalecer a segurança de alguns países à custa da de outros.
Lavrov disse que a Rússia rejeita a concessão de novos assentos permanentes a alguns países ocidentais e citou nominalmente Alemanha e Japão, aos quais atribuiu uma trajetória de militarismo e revanchismo. "A reforma não pode envolver nenhum assento adicional para o Ocidente, especialmente para Alemanha e Japão", afirmou o ministro.
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A autoridade russa voltou a criticar a expansão da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e afirmou que a aliança viola o princípio da segurança igual e indivisível, ao tentar promover a segurança de uns às custas da segurança de outros.
