‘Surfe ferroviário’ volta a ser praticado e causa transtornos no Rio de Janeiro
A Supervia, empresa que administra os trens no Rio, precisou fazer a troca de mais de 500 portas nos seis primeiros meses de 2025

Uma prática criminosa antiga voltou a atormentar no Rio de Janeiro: é o surfe ferroviário, que dá prejuízo para a empresa de trem e para os passageiros - e põe em risco quem se aventura.
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Nos anos 90, os chamados “surfistas de trem” se arriscavam em vagões de todo o país. Agora, voltaram a causar transtornos nos trilhos do Rio de Janeiro. A maioria dos envolvidos tem entre 10 e 15 anos de idade. Eles se penduram nas janelas, portas e sobem no teto das composições.
Em 2024, um jovem morreu ao subir no trem e levar uma descarga elétrica. Um mês depois, outro teve a perna amputada ao se envolver em um acidente. Muitas vezes, os jovens ainda quebraram os vidros das portas para escalarem os vagões.
A Supervia, empresa que administra os trens no Rio, precisou fazer a troca de mais de 500 portas nos seis primeiros meses de 2025.
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Os maquinistas são orientados a parar o trem no momento em que percebem esse tipo de movimentação. Além de aumentar a fiscalização, a Supervia iniciou uma ação em conjunto com outras instituições, inclusive escolas, para prevenir que crianças e adolescentes se coloquem em risco.
