Trump ou Fidel, qual o mais bravateiro
Desde que assumiu o seu segundo mandato o presidente dos EUA, Donald Tump, tem manifestado sua obsessão em conquistar a ilha de Cuba para anexa-la ao território norte americano.

Ultimamente Trump abrandou seu discurso dando a entender que, em vez de invasão pelas armas, será uma posse pelas vias democráticas, uma espécie de ajuda voluntária de que tanto os cubanos estão necessitando na medida em que enfrentam graves problemas de abastecimento por conta dos bloqueios impostos pelo governo americano e, nessas condições, o fechamento de um acordo seria bom para ambos.
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Porém, o presidente de Cuba, Miguel Diaz-Canel, afirma que seu País se defenderá até a última gota de sangue a qualquer tentativa de invasão, posse, ajuda, seja lá o que for, vindo dos EUA nada interessa ao povo cubano. Se estivesse vivo, o ditador cubano, Fidel Castro, seria mais contundente se a gente atentar para o que disse sobre os Estados Unidos em março de 1990 durante evento de que participou aqui em São Paulo:
Cuba é um Estado de partido único, o Comunista, que é descrito na Constituição do País como “a força motriz superior da sociedade e do estado” e os outros partidos políticos são ilegais.
