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Brasil

Após cerimônia, Trump planeja ir a ginásio e assinar 'revogaço' em frente aos apoiadores

Em decorrência das baixas temperaturas em Washington, a cerimônia de posse será dentro do Congresso; eleitores poderão acompanhar o ato no ginásio dos Wizard, time de basquete

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20/01/2025 08:36 • Atualizado há 641 dias

Após cerimônia, Trump planeja ir a ginásio e assinar 'revogaço' em frente aos apoiadores

O âncora Eduardo Barão, da BandNews FM, trouxe detalhes na manhã desta segunda-feira (20) sobre a cerimônia de posse de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos e os planos do mandatário para os primeiros atos de seu novo governo à frente da Casa Branca.

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Segundo Barão, em decorrência das baixas temperaturas que assolam a capital norte-americana, a cerimônia de posse não mais acontecerá em frente ao Congresso Nacional, mas no interior do Capitólio.

Com isso, os apoiadores do presidente eleito, que costumeiramente ficavam em frente ao Legislativo para acompanhar a chegada e a posse do novo presidente, poderão assistir ao ato no ginásio Capital One Arena, o estádio do Washington Wizards - time local de basquete.

No entanto, em frente ao Capitólio eram esperados milhões de apoiadores. Na cerimônia de posse de Barack Obama, foram mais de 2 milhões de norte-americanos para o local. Já no interior da Capital One Arena, serão pouco mais de 20 mil eleitores de Donald Trump que vão assistir à cerimônia de posse.

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De acordo com Barão, é esperado que Trump leve uma mesa ao ginásio dos Wizards para despachar em frente aos apoiadores, pela primeira vez no seu retorno à presidência, uma série de revogações executivas.

"Trump prometeu assinar uma série de medidas, logo no primeiro dia. Primeiro se falavam em 100 decretos, agora se falam em 200 decretos. Ele falou: 'Porque vou esperar? Vou assinar tudo no primeiro dia'. Estão falando que Trump vai levar uma mesa até a Capital One Arena e vai assinar, em frente aos apoiadores, os decretos", disse Barão.

Ainda de acordo com o colunista, as revogações que deverão ser assinadas por Trump estabelecem anistia aos envolvidos na invasão ao Capitólio, além da decretação de um estado de 'emergência' na fronteira com o México para que militares sejam enviados. Há, também, a expectativa de que sejam assinados ordens para execução de deportação em massa.

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