Acusado de matar o sargento Roger Dias em 2024 será julgado em BH
O crime aconteceu após um roubo de veículo no bairro Cachoeirinha, na Região Noroeste da capital

Reprodução
Segundo o TJMG, foram consideradas três qualificadoras no homicídio: o uso de recurso que dificultou a defesa da vítima, a intenção de assegurar a impunidade de outro crime e o fato de o assassinato ter sido cometido contra um agente de segurança pública no exercício da função.
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O crime aconteceu após um roubo de veículo no bairro Cachoeirinha, na Região Noroeste da capital. Welbert já havia sido condenado, em julho de 2024, a 10 anos e seis meses de prisão pelo roubo do carro, cometido pouco antes da abordagem policial. Na época, ele cumpria pena e estava em saída temporária.
De acordo com as investigações, após a localização do veículo, os policiais iniciaram uma perseguição. Welbert e outro suspeito, Geovanni Faria de Carvalho, fugiram a pé. Durante a abordagem, o sargento Roger Dias foi atingido por três disparos na cabeça. Ele chegou a ser socorrido, mas morreu em decorrência dos ferimentos.
Outro policial tentou intervir e também foi alvo de disparos, mas não foi atingido. O militar reagiu e baleou Welbert, que acabou preso no local. Geovanni foi localizado posteriormente, escondido na laje de um comércio. Segundo a denúncia, ele também atirou contra policiais durante a tentativa de prisão, mas foi atingido e capturado.
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Geovanni foi condenado a 13 anos e sete meses de prisão em regime fechado por participação nos crimes.
