Defesa contesta acusações contra policiais civis investigados em BH
O advogado também questionou o vazamento de imagens consideradas apócrifas

A Corregedoria da Polícia Civil investiga três policiais civis em um caso que tem desdobramentos acompanhados pelo Judiciário. Um dos agentes teve a prisão preventiva revogada, enquanto outros dois são considerados foragidos pela Justiça.
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O policial Rafael Egg Macedo, que estava preso durante a investigação, recebeu uma ordem de soltura. Já Rodrigo Otávio de Andrade e Ana Luíza são alvos de mandados de prisão e, segundo a Justiça, estão foragidos.
Em entrevista em frente à Casa de Custódia da Polícia Civil, no bairro Horto, o advogado Lúcio, que representa Rodrigo Otávio, contestou a divulgação de informações sobre o caso. Segundo a defesa, a operação de busca e apreensão na residência dos investigados foi autorizada pelo juiz Leonardo Molina, após pedido de um delegado e manifestação do Ministério Público.
O advogado também questionou o vazamento de imagens consideradas apócrifas e afirmou que a investigação tramita sob segredo de Justiça há cerca de um mês e meio. Segundo ele, as gravações oficiais da diligência foram feitas por determinação judicial.
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A defesa informou ainda que Rodrigo Otávio pretende se apresentar à Justiça após a análise de uma petição protocolada no processo. O advogado afirmou que aguarda a decisão sobre a manutenção da prisão ou a aplicação de medidas cautelares alternativas.
Sobre as acusações de extorsão envolvendo os policiais, a defesa questionou o momento em que as denúncias vieram a público e pediu que os depoimentos dos investigados sejam considerados no processo.
