Eleições 2026Contagem regressiva para o 2º turno
0dias
:
00horas
:
00min
:
00seg
Minas Gerais
BandNews FM BH

Diarista suspeita de matar idosos tem pedido de liberdade negado pelo STJ

O processo seguirá para análise, com solicitação de informações às autoridades responsáveis

2 min

23/10/2026 13:48 • Atualizado há 1 dia

Diarista suspeita de matar idosos tem pedido de liberdade negado pelo STJ

Reprodução

O pedido de habeas corpus em favor de Paola Stefany Neto Cirino, presa preventivamente por suspeita de latrocínio, foi negado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), em decisão publicada nesta quinta-feira (22).

Continua depois da publicidade

Segundo informações do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o ministro Messod Azulay Neto considerou que não foi possível identificar, em uma análise inicial, a existência de constrangimento ilegal ou os requisitos necessários para conceder a medida de urgência. A defesa havia apresentado o pedido após o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) negar outro habeas corpus. O processo seguirá para análise, com solicitação de informações às autoridades responsáveis e posterior manifestação do Ministério Público Federal (MPF).

Segundo a denúncia, os crimes ocorreram em 29 de junho de 2026, no apartamento de Cláudio Atala Inácio, de 75 anos, e Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio, de 76, no bairro São Pedro, na região Centro-Sul de Belo Horizonte. Ela trabalhava como diarista na residência do casal.

Conforme a denúncia, a mulher teria colocado 12 comprimidos de clonazepam em um suco servido às vítimas para dopá-las e roubar o imóvel. Cláudio teria acordado durante a ação e flagrado Paola no quarto, quando foi atacado com 43 facadas. Em seguida, Maria Clotilde, que estava no sofá, também teria sido morta. A suspeita teria tentado asfixiá-la com uma almofada com thinner antes de desferir 15 facadas.

Continua depois da publicidade

Após os assassinatos, Paola teria lavado a faca, limpado o local com desinfetante e água sanitária, coberto os corpos e fugido com roupas de uma das vítimas. Segundo a investigação, ela levou mais de R$19 mil em dinheiro, joias de ouro, 14 relógios de luxo, celulares, perfumes e cartões. Parte dos objetos teria sido vendida no Centro de Belo Horizonte, e um dos cartões das vítimas teria sido utilizado em um restaurante.