Polícia conclui inquérito do caso da Jovem Beatriz, morta em Minas Gerais
Vítima foi encontrada enterrada em uma cova rasa, em uma área de mata, em Jaboticatubas, na Região Metropolitana de BH

Reprodução
A Polícia Civil de Minas Gerais concluiu, nessa quinta-feira (5), o inquérito que investiga a morte de Beatriz Vitória Aparecida Neves Mota, que foi encontrada enterrada em uma cova rasa, em uma área de mata, em Jaboticatubas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
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O ex-namorado da vítima, Samuel Castro Melo, e a atual companheira dele, Carla Luiza da Silva que são suspeitos de envolvimento no feminicídio e na ocultação do cadáver, continuam presos preventivamente.
Beatriz estava desaparecida desde a noite de 9 de outubro, quando foi vista pela última vez em um bar. O corpo foi localizado no dia 21 de outubro, após o depoimento de uma adolescente de 15 anos que estava no carro com os investigados.
Segundo as investigações, Beatriz teria sido atraída para uma emboscada. A jovem foi levada de carro por Samuel Castro Melo, ex-namorado da vítima, e Carla, atual companheira dele, sob o pretexto de conversar sobre desavenças antigas.
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Ainda conforme o relato, ao perceber a situação, Beatriz tentou fugir, mas foi agredida e teve os braços amarrados com arame. A investigação aponta que ela foi atingida por soda cáustica e ingeriu a substância ainda viva.
As investigações apontam que o crime teria sido motivado por ciúmes e desentendimentos entre Beatriz e Carla. Segundo relatos de familiares, Beatriz estava grávida, no entanto, ainda não há confirmação. O primeiro exame teria dado negativo, e a família aguarda o resultado de uma segunda análise.
Samuel e Carla foram presos em flagrante no dia 21 de outubro. No dia seguinte, a Justiça converteu as prisões em preventivas, considerando a gravidade do caso e a necessidade de garantir a ordem pública e o andamento das investigações.
