Eleições 2026Contagem regressiva para o 2º turno
0dias
:
04horas
:
42min
:
38seg
Minas Gerais
BandNews FM BH

Total de mulheres protegidas pelo "botão de pânico" dobra em um ano em MG

O número de mulheres protegidas por botões do pânico em Minas Gerais dobrou entre agosto de 2025 e setembro de 2026, passando de 610 para 1.226 vítimas. Os

2 min

20/10/2026 15:47 • Atualizado há 4 dias

Total de mulheres protegidas pelo "botão de pânico" dobra em um ano em MG

Reprodução

O número de mulheres protegidas por botões do pânico em Minas Gerais dobrou entre agosto de 2025 e setembro de 2026, passando de 610 para 1.226 vítimas. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (19) e fazem parte do acompanhamento de um acordo de cooperação entre instituições estaduais para fortalecer a proteção de mulheres em situação de violência doméstica e familiar.

Continua depois da publicidade

Os dados de 30 de setembro apontam que 2.950 pessoas estavam com monitoramento eletrônico ativo no estado. Desse total, 1.724 eram agressores monitorados por tornozeleiras eletrônicas e 1.226 eram mulheres protegidas pelas Unidades Portáteis de Rastreamento (UPRs). Em agosto de 2025, eram 999 agressores monitorados e 610 vítimas com os dispositivos.

A ampliação também foi registrada fora da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). Das 1.226 mulheres protegidas em setembro deste ano, 762 estavam na região metropolitana e 464 moravam no interior.

Na comparação com o período inicial, o número de vítimas protegidas no interior cresceu 36,87%, enquanto na RMBH o aumento foi de 18,69%.Segundo a promotora de Justiça Denise Guerzoni, coordenadora do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher do MPMG, a cooperação entre as instituições busca melhorar a troca de informações, identificar medidas judiciais que ainda não foram efetivamente implementadas e agilizar as providências necessárias para garantir a proteção das mulheres.

Continua depois da publicidade

As UPRs permitem alertar as vítimas sobre situações de aproximação indevida do agressor, conforme os parâmetros definidos pela Justiça, e possibilitam o acionamento das forças de segurança. O equipamento funciona de forma integrada ao monitoramento eletrônico do agressor e auxilia na fiscalização das restrições impostas judicialmente.

Total de mulheres protegidas pelo "botão de pânico" dobra em um ano em MG | Portal Band