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Irmão de Glaiken contesta versão de acidente no Ahú e cobra respostas

Família afirma que GoPro usada pela vítima foi localizada e pode ajudar a esclarecer a colisão

2 min

01/10/2026 11:38 • Atualizado há 13 horas

A família de Glaiken William Zanon, de 37 anos, que morreu após um acidente de moto em Curitiba, cobra esclarecimentos sobre a dinâmica da colisão e contesta a versão de que o motociclista teria avançado diretamente pelo cruzamento.

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O acidente aconteceu na manhã de sábado (26), no cruzamento das ruas Dr. Nelson de Souza Pinto e Casimiro José Marquês de Abreu, entre os bairros Ahú e São Lourenço.

Glaiken foi socorrido após a batida com um carro. Segundo o irmão, ele não resistiu aos ferimentos e morreu posteriormente no Hospital Cajuru.

Irmão contesta versão sobre o acidente

Em entrevista, o irmão da vítima afirmou que testemunhas da região relataram que Glaiken teria parado no cruzamento antes de avançar.

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“Meu irmão parou no cruzamento. Vários testemunhos que moram e trabalham na região afirmaram que ele parou, olhou para todas as direções e infelizmente faltou uma”, relatou.

Segundo o familiar, Glaiken não teria percebido o veículo que vinha por uma das vias no momento em que iniciou a travessia.

A família afirma que não pretende atribuir culpa e quer esclarecer exatamente como o acidente aconteceu.

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GoPro foi localizada

Outro ponto levantado pela família envolve uma câmera GoPro que Glaiken utilizava durante os deslocamentos.

Inicialmente, os parentes acreditavam que o equipamento havia desaparecido após o acidente. Segundo o irmão, a câmera foi localizada por uma pessoa que estava no local e colocada junto aos pertences da vítima.

A GoPro estaria sob responsabilidade do Detran, e a família espera ter acesso às imagens.

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O conteúdo pode ajudar a esclarecer os momentos anteriores à colisão.

Família cobra informações sobre o boletim

O irmão de Glaiken também questiona informações que, segundo ele, não constaram no primeiro boletim de ocorrência.

Ele afirma que o carro envolvido pertenceria a uma empresa e cobra esclarecimentos sobre a ausência dos dados da empresa no registro inicial.

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A família também diz que não recebeu contato da empresa após a morte.

“Não estamos atribuindo culpa a ninguém. A gente só quer esclarecimento”, afirmou.

Família lembra trajetória de Glaiken

Ao falar sobre o irmão, o familiar descreveu Glaiken como uma pessoa muito ligada à família e aos filhos.

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“Tudo que ele fazia girava em torno da família, principalmente dos filhos. Era aquele pai que saía do trabalho e já ia conviver com os filhos”, contou.

Glaiken tinha 37 anos e deixa dois filhos.

As circunstâncias da colisão ainda deverão ser esclarecidas.