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Mãe denuncia agressão contra filha em CMEI de Cascavel

Relato de 2024 ganha repercussão após prisão de monitora suspeita de agredir alunos na mesma unidade

2 min

25/08/2026 13:47 • Atualizado há 61 dias

Mãe denuncia agressão contra filha em CMEI de Cascavel

Uma nova denúncia de agressão envolvendo crianças em unidade de educação infantil veio à tona em Cascavel, no oeste do Paraná. Uma mãe afirma que a filha, aluna de um Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) da cidade, teria sido agredida por uma professora em 2024. O caso voltou a ser divulgado depois da prisão de uma monitora da mesma unidade, suspeita de agredir alunos.

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Relato de agressões dentro do CMEI

Segundo a mãe, a criança frequentava o CMEI quando, em 2024, sofreu agressões dentro da unidade. Ela afirma que uma professora seria responsável pelos episódios e demonstra preocupação com a segurança das crianças atendidas no local.

“Minha filha teria sido agredida por uma professora em 2024, dentro do CMEI”, relatou a mãe ao falar sobre a situação.

O relato se soma à prisão de uma monitora que atuava na mesma unidade e que é apontada como suspeita de agredir alunos. A sucessão de acusações levanta dúvidas sobre o ambiente de cuidado oferecido às crianças e sobre os mecanismos de fiscalização nas instituições de ensino infantil.

O que são os CMEIs e como funcionam

Os Centros Municipais de Educação Infantil atendem crianças de zero a cinco anos e oferecem atividades pedagógicas e de cuidado em período parcial ou integral. As equipes normalmente são formadas por professores e monitores, sob responsabilidade da administração municipal, que responde pela contratação, formação e supervisão desses profissionais.

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Em casos de denúncias de agressão ou maus-tratos, o protocolo costuma envolver a comunicação às autoridades policiais e à rede de proteção à infância, além de eventuais sindicâncias internas. Especialistas em educação infantil destacam que relatos feitos por famílias precisam ser apurados com rapidez para preservar a integridade das crianças e a confiança no atendimento.

Debate sobre proteção e providências

A nova denúncia em Cascavel reforça o debate sobre proteção às crianças em ambientes escolares e a necessidade de canais seguros para que pais e responsáveis possam relatar suspeitas de violência. Em situações como essa, órgãos como Conselho Tutelar, Ministério Público e Polícia Civil podem ser acionados para avaliar as condições de atendimento e ouvir envolvidos.

Nos relatos divulgados até o momento, o foco está nas acusações relativas ao tratamento dado às crianças, sem detalhamento sobre as providências já adotadas. Especialistas em direitos da criança orientam que famílias registrem boletim de ocorrência em casos de suspeita de agressão e busquem apoio na rede de proteção para acompanhar o andamento de eventuais investigações.

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