PCPR cumpre 6 prisões por desvio de R$ 10 mi e sequestro de empresário
Grupo também é investigado por tentar matar diretor que fazia auditoria em empresa de Curitiba

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) cumpriu seis mandados de prisão preventiva contra integrantes de um grupo criminoso investigado por desviar mais de R$ 10 milhões de uma empresa de Curitiba, sequestrar o proprietário e tentar matar o diretor administrativo do negócio.
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Segundo a PCPR, quatro dos investigados, de 25, 34, 40 e 49 anos, já estavam presos e tiveram os novos mandados cumpridos no sistema penitenciário.
Uma mulher de 30 anos foi presa em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, na última semana. Ela já havia sido presa em abril deste ano por envolvimento no sequestro, mas estava em liberdade.
O sexto investigado, de 28 anos, foi localizado em Viamão, no Rio Grande do Sul, em uma ação conjunta entre as polícias civis do Paraná e do Rio Grande do Sul na tarde desta segunda-feira (21).
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Grupo teria agido dentro da própria empresa
As investigações apontam que a organização criminosa atuava internamente na empresa e realizava os desvios de valores.
De acordo com a PCPR, para evitar que a fraude fosse descoberta, os suspeitos teriam planejado e financiado a morte do então diretor administrativo, contratado para realizar uma auditoria no estoque e nas finanças da empresa.
Arma falhou durante tentativa de homicídio
A tentativa de homicídio ocorreu em junho de 2024, no bairro Jardim Botânico, em Curitiba.
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Segundo a investigação, o diretor administrativo foi alvo de uma emboscada quando chegava ao trabalho. O crime não foi consumado porque a arma usada pelo atirador apresentou uma falha mecânica.
“Diante do fracasso da execução e sentindo-se ameaçados pelo andamento das auditorias, o grupo elevou o nível de violência e sequestrou o dono da empresa”, explicou o delegado da PCPR Ivo Viana.
Investigados responderão por tentativa de homicídio
Com o cumprimento dos mandados, os seis investigados deverão responder por tentativa de homicídio qualificado, além das demais acusações relacionadas à atuação do grupo.
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A PCPR afirma que as apurações sobre a tentativa de homicídio avançaram após a conclusão da investigação relacionada ao sequestro do empresário.
